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Corpo de Bombeiros alerta para riscos de afogamento na orla de Macapá

  • svioalmd4
  • há 7 horas
  • 2 min de leitura

Brenda Soares*


AFOGAMENTO

Em 2025, o estado registrou um crescimento nos casos de afogamento, com o Corpo de Bombeiros atendendo 30 ocorrências entre janeiro e setembro
Em 2025, o estado registrou um crescimento nos casos de afogamento, com o Corpo de Bombeiros atendendo 30 ocorrências entre janeiro e setembro

Banhada pelo maior rio do mundo, a orla de Macapá atrai moradores e turistas interessados em conhecer o Amazonas, mas a falta de atenção e de cuidados adequados tem resultado em acidentes por afogamento. Em 2025, o estado registrou aumento no número de casos: entre janeiro e setembro, o Corpo de Bombeiros atendeu 30 ocorrências desse tipo.


De acordo com o relatório divulgado pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa) no ano passado, a cada 90 minutos um brasileiro morre afogado, e a Região Norte concentra o maior risco de mortes. Ainda segundo os dados da Sociedade, em 2023, entre os estados com os maiores índices de afogamento estavam o Amapá (6,5%), Amazonas (5,9%) e Mato Grosso (5,2%).


Major Izídio Júnior
Major Izídio Júnior

Izídio Júnior, major do Corpo de Bombeiros, destaca que, no estado, as maiores vítimas de afogamento ainda são jovens e pessoas sob efeito de álcool.


“Os acidentes na nossa orla, repito, estão mais relacionados às jovens, que estão desafiando o condicionamento físico. A outra categoria também que a gente coloca dos acidentes aqui na nossa orla, estão relacionados às pessoas que ingeriram bebida alcoólica. Pessoa que ingeriu bebida alcoólica, ela não tem noção. Então, ela acha que tem condições de fazer algo, até mesmo mergulho simples aqui, e ela fica desorientada”.

O major alerta ainda que, devido à instabilidade do rio, não é adequado que pessoas que não sabem nadar utilizem o espaço para banho.


“Existem pessoas que não sabem nadar e ainda assim se aventuram, entram na água e ficam ali, a água fica na cintura, acham que está controlada. Acontece que rio não é piscina, então o relevo de um rio muda rapidamente. Às vezes você está aqui, está em uma altura, você desloca para o lateral um metro e a profundidade desse rio muda muito rápido. Então, você pode deslocar para uma área mais profunda”.

Entre as medidas de prevenção, é importante que os banhistas mantenham atenção constante às crianças, nunca nadem sozinhos, evitem mergulhar em locais de profundidade desconhecida, prefiram sempre águas rasas e não entrem na água para ajudar alguém se não souberem nadar.


O Corpo de Bombeiros orienta ainda que a população evite tomar banho em locais que não estejam sob vigilância.


*Estagiária sob supervisão


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