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Setembro Amarelo: universitários debatem depressão e prevenção ao suicídio no Amapá

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  • 10 de set.
  • 2 min de leitura

Janete Carvalho


UEAP
A programação incluiu mesas-redondas e palestras sobre a Rede de Atenção Psicossocial (Raps), ações para infância e adolescência, cuidados no ambiente acadêmico e os efeitos da violência contra minorias na saúde mental
A programação incluiu mesas-redondas e palestras sobre a Rede de Atenção Psicossocial (Raps), ações para infância e adolescência, cuidados no ambiente acadêmico e os efeitos da violência contra minorias na saúde mental

A Universidade do Estado do Amapá (Ueap) realizou, nesta quarta-feira (10), uma ação voltada à campanha Setembro Amarelo, com foco na prevenção ao suicídio. Com o tema “Intersecções entre educação, saúde mental e políticas públicas”, o encontro reuniu profissionais da saúde e assistência social no Auditório Central do Campus I, em Macapá, para debater estratégias de cuidado e acolhimento.


A programação contou com mesas-redondas e palestras sobre ferramentas da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), iniciativas voltadas à infância e adolescência, além de estratégias de cuidado no ambiente acadêmico e os impactos da violência contra minorias na saúde mental.


Kátia Paulino, reitora da Ueap, falou que a iniciativa é importante porque amplia a rede de atenção psicossocial e garante que os estudantes se sintam ainda mais acolhidos pela universidade.


“Iniciativas de projetos como esse, em parceria com a rede pública de saúde, é fundamental para buscar reverter esses indicadores, então, a nossa divisão de apoio ao estudante, faz isso com muita maestria. Hoje a gente tem uma equipe de psicólogos sólidos que promovem atendimento para os nossos alunos e também para os servidores da UEAP. Então é muito importante essa rede estatal agir, dar visibilidade a essa problemática tão inofensa e complexa que é a depressão e tratar a depressão não só como uma possibilidade, mas como uma doença concreta que pode levar a vida de uma pessoa”.

Para a aluna Iris de Souza, acadêmica de Licenciatura em Ciências Naturais, participar do debate é importante porque contribui para a formação acadêmica e pode ajudar uns aos outros na prevenção ao suicídio.


“Principalmente nesse mês de setembro, aproxima mais os acadêmicos, a um assunto tão importante que precisa ser debatido justamente pelo teor pela importância que tem não só na academia, na Ueap, nas universidades, mas no mundo todo. Quando a gente entende o que é a depressão, o que é o suicídio, a gente consegue identificar os sintomas e aí a gente consegue procurar ajuda, e também quando a gente identifica, a gente consegue ajudar outros também, não só a si mesmo”.

Entre os participantes do evento, estavam psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e pedagogos, com mediações feitas por técnicos da Ueap. O encontro encerrou às 17h.


O dia 10 de setembro é oficialmente o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a iniciativa acontece durante todo o ano. O suicídio é uma triste realidade que atinge o mundo todo e gera grandes prejuízos à sociedade. De acordo com a última pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2019, são registrados mais de 700 mil suicídios em todo o mundo. A Associação Brasileira de Psiquiatria aponta que, no Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média, 38 pessoas cometem suicídio por dia.


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