Capacitação reforça atendimento humanizado a mulheres no Amapá
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Jamile Moreira

Servidores da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres (SEPM) participaram, na sexta-feira (30), de uma capacitação voltada ao aprimoramento do atendimento e à proteção dos direitos das mulheres. A iniciativa, promovida pelo Governo do Amapá, reuniu técnicas de qualificação social e profissional para fortalecer o suporte às mulheres que recorrem aos serviços públicos.

A iniciativa busca consolidar o papel do servidor público como um agente sociopolítico transformador. Mais do que um treinamento técnico, a formação foca na excelência do atendimento, priorizando a empatia e a eficiência no suporte às mulheres que buscam os serviços do Estado, como destacou a secretária Adriana Ramos.
“É um momento de integração de equipe, é um momento de monitoramento, de conversa, diálogo, início de ano. Então, nós trouxemos as equipes que trabalham nos municípios, trabalham especificamente com atendimento de mulheres, são equipes da Secretaria de Mulheres, e para fazer essa formação e levar adiante. Então, aqui é mais uma escuta na formação, mas também para a gente formar estratégias para que a gente aumente a prevenção. Nós estamos acompanhando os casos, vimos os casos que estão acontecendo a nível de Brasil. Então, em diálogo com o Ministério das Mulheres, nós criamos essa estratégia, que é a nível nacional, o nível estadual, de formação e humanização dos atendimentos”.

Diferente da primeira etapa realizada em 2024 — que foi voltada especificamente para as equipes de recepção —, o ciclo de 2026 marca uma expansão significativa no cronograma de valorização do funcionalismo, incluindo corpo técnico, coordenações e setores administrativos, como explicou Joanne Costa, gerente de Autonomia Financeira da SEPM.
"Essa é a continuação de um ciclo de formação interna da Secretaria de Política para as Mulheres, onde nós estamos capacitando, qualificando, desde as recepcionistas até o motorista de ônibus e nossos carros. Por quê? Porque eles lidam diretamente ou de indiretamente com mulheres vítimas de violência. Então a gente precisa conscientizar, sensibilizar e qualificar o servidor que vai atuar como mulher vítima de violência. Não dá para ser qualquer servidor. Tem que ser um servidor compromissado, humanizado, consciente do seu fazer profissional. Então, dentro dessas qualificações que nós estamos propondo hoje, que é o dia todo de formação”, destaca Joanne.
Ao unificar a linguagem de atendimento, o Governo do Amapá pretende garantir que qualquer mulher, em qualquer instância, receba um acolhimento padronizado sob as leis de proteção vigentes. A meta é transformar a estrutura administrativa em uma rede mais sensível e preparada para os desafios de 2026.
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