Projeto Motirô amplia ações sociais e avança para virar instituto
- perolapedrosa7
- há 23 horas
- 2 min de leitura
Edy Wilson

Criado durante a pandemia da Covid-19, em 2020, o Projeto Motirô já distribuiu mais de 17 mil cestas básicas em todos os municípios do Amapá. O projeto será transformado no Instituto Motirô.
A iniciativa surgiu da mobilização de amigos diante do agravamento da fome no período mais crítico da crise sanitária. Desde então, manteve atuação contínua, inclusive durante o apagão elétrico.

Coordenado pelo advogado Helinho Castro, o Motirô atua de forma voluntária e depende de doações para manter suas atividades. A proposta de formalização como instituto busca ampliar o alcance das ações, acessar editais e estruturar novas frentes de atuação, como cursos de capacitação e formação.
“Essa mobilização começou no período da pandemia, logo no início, em 2020. Atuamos em todos os municípios durante a pandemia e também no período do apagão elétrico. Nesse tempo, distribuímos mais de 17 mil cestas básicas em todo o estado e demos continuidade às ações mesmo após a pandemia. Hoje, realizamos ações sociais voltadas à população em situação de vulnerabilidade social, principalmente com a distribuição de alimentos. Neste momento, estamos transformando o projeto social no Instituto Motirô, passando pelo processo de regularização para que possamos avançar também em ações de capacitação."

"Por esse motivo, estamos transformando o Projeto Motirô em instituto, para captar recursos, participar de editais e ajudar as pessoas de forma mais concreta. Com a distribuição de mais de 17 mil cestas básicas, acreditamos ter alcançado cerca de 80 mil pessoas, considerando que, em média, cada família é formada por três ou quatro integrantes.”
Segundo Helinho Castro, o Projeto Motirô busca fortalecer parcerias e ampliar o atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade no Amapá. As ações podem ser acompanhadas pelo perfil @projetomotiromcp, no Instagram.
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