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Professores da rede municipal de Macapá mantêm paralisação por reestruturação de carreira

  • svioalmd4
  • 17 de out.
  • 2 min de leitura

Edy Wilson Silva


PROFESSORES
Os sindicalistas alertam que, sem avanços nas negociações, a categoria pode ampliar a paralisação ou deflagrar greve por tempo indeterminado
Os sindicalistas alertam que, sem avanços nas negociações, a categoria pode ampliar a paralisação ou deflagrar greve por tempo indeterminado

A paralisação de alerta dos professores da rede pública municipal de Macapá continua nesta sexta-feira (17), após ter sido iniciada na quinta-feira (16). O movimento cobra, entre outras demandas, a conclusão do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PCCR), que prevê a reestruturação de cargos, progressões e salários da categoria.


A vice-presidente da Executiva Municipal do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá (Sinsepeap), Cleizane Miranda, explicou que a paralisação busca pressionar a Prefeitura a cumprir demandas antigas da categoria. Ela ressaltou que a mobilização é resultado de meses de solicitações sem respostas documentadas e que a categoria deseja a finalização do PCCR ainda este ano, garantindo direitos legais aos professores.


“Uma das principais é a finalização dos pareceres técnicos e jurídicos do PCCR, que está em reestruturação. Nós, que fizemos parte da comissão, entregamos essa minuta no dia 19 de agosto ao secretário municipal de Educação. Muitas vezes me sinto humilhada por ter que cobrar aquilo que é meu por direito. Muita gente pensa que tudo é lindo, que o professor ganha muito bem. Ontem, durante a manifestação, um motoqueiro passou dizendo: ‘vão trabalhar, bando de vagabundos’. Nós somos servidores públicos, concursados, efetivos, e temos direitos garantidos por lei”.

Outra que se manifestou foi a professora Alceni Almeida. Ela reforçou o caráter legítimo da mobilização e a solidariedade entre os profissionais da educação.


“Sim, é uma luta legítima. É fundamental destacar que a nossa principal reivindicação é sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações. O trabalhador vive em torno da sua remuneração. Ninguém é ingênuo de dizer que trabalha por acaso; nós trabalhamos porque precisamos receber. Essas remunerações precisam estar escritas, desenhadas do jeito que a lei preconiza. Queremos essas respostas”.

Os sindicalistas alertam que, caso não haja avanços nas negociações, a categoria deve realizar nova Assembleia Geral, com a possibilidade de ampliar a paralisação ou até decretar greve por tempo indeterminado. Uma comissão de professores ficou de ser recebida por técnicos da Prefeitura para discutir os encaminhamentos da pauta. A reportagem tentou contato com o secretário municipal de Educação, Marcos Pantoja, mas não obteve retorno.


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