Pororoca Digital promove oficinas para transformar conteúdo em ferramenta de mudança
- perolapedrosa7
- 20 de jul.
- 2 min de leitura
Jolinda Martel

Com iniciativa do senador Randolfe Rodrigues e do Governo do Amapá, aconteceu nos dias 18 e 19 de julho, no Espaço Di Vetro, em Macapá, o Pororoca Digital, primeiro encontro de formação de comunicadores populares.
A atividade além de fomentar a comunicação no estado, vai promover discussões políticas e ampliar oportunidades para jovens que querem trabalhar com a internet. Durante os dois dias de evento oficinas práticas sobre YouTube, CapCut, IA e estratégias digitais foram apresentadas.

Idealizador do projeto, Randolfe Rodrigues, disse que o intuito é fazer que o mundo digital seja utilizado para expandir conhecimentos e experiências para a juventude.
“A ideia é ter troca de experiências, aprofundar o conhecimento sobre as tecnologias de CapCut YouTube, Instagram, TikTok, das redes sociais e dinamizar isso mobilizando essa galera, essa é a ideia desse time aí, eu já estava dizendo, eu sou de uma época de transição, de transição do mundo, de quando a comunicação de CapCut era o megafone. Esse mundo digital pode e deve ser utilizado muito para expandir o conhecimento, para ampliar conexões, para ampliar possibilidades, para interagir. Não pode ser expandido para espalhar mentiras, para disseminar racismo, para disseminar homofobia”.
Com o tema: “Chega de falarem pela gente. Agora, nós vamos contar a nossa própria história”. O Pororoca Digital é um encontro para jovens que querem transformar a internet em um espaço de impacto real.

Mais de 500 jovens fizeram a inscrição para os dois dias de programação. Como Lauane Stephanie, que disse o que mais a motivou a participar do evento foi aprender a se conectar mais com seu público alvo.
“Sou doutora de um estúdio de beleza e o que mais me motivou a participar desse evento foi sobre conectar os jovens com essa era digital. Pretendo aprender melhor sobre como manusear as mídias digitais além do celular e também com meu empreendimento”.

O evento contou com o apoio da Central Única das Favelas (Cufa-AP) e Norte Telecom. E foi um um começo para criar um movimento de comunicação e estratégias feito pela própria juventude amazônida.




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