Perícia criminal é reforçada com curso técnico no Amapá
- svioalmd4
- 16 de set.
- 2 min de leitura
Janete Carvalho

Policiais civis, delegados, agentes e escrivães participam de um curso de capacitação voltado para a cadeia de custódia e os bancos nacionais de perfis genéticos e balísticos. A formação é promovida pelo Governo do Amapá como parte das ações de fortalecimento da perícia criminal no estado.
O curso está dividido entre aulas teóricas e práticas, reforçando a importância da ciência forense como ferramenta indispensável no combate ao crime.
O delegado Leonardo Leite ressaltou a importância do curso para o aprimoramento das investigações e da qualidade dos vestígios que são coletados em locais de crime ou em cumprimentos de mandado de busca e apreensão.
“Essas provas necessitam ter um cuidado, principalmente com o acondicionamento delas, visando a questão da cadeia de custódia e evitar futuras alegações de nulidade dessa prova, porque muitas vezes são essas provas que a gente utiliza para indiciar e futuramente no processo penal, um processo criminal já na fase do judiciário e aquele autor, investigado ele seja condenado por aquele crime, então vimos essa necessidade, dentro da delegacia de homicídios mas da polícia civil como um todo, e que a gente possa cada vez mais desenvolver e aprimorar essa questão da cadeia de custódia e de levar também conhecimento aos nossos policiais, dos bancos nacionais que estão disponíveis para a gente, principalmente na questão de investigação, que a gente pode utilizar esses bancos, que aqui é o Banco Nacional de Perfis Genéticos e o Banco Nacional de Perfis Balísticos”.
A oficial de polícia Brena Maria destacou que os conhecimentos adquiridos vão melhorar ainda mais a qualidade das investigações.
“É que essa tem sido uma preocupação da gestão da Polícia Civil hoje em dia que é aperfeiçoar os servidores, aperfeiçoar os policiais, e aí a gente traz essa questão da integração com a Polícia Científica Justamente que vai poder embasar o nosso trabalho de forma científica Corroborando para que as provas sejam válidas. A gente quer chegar no final da nossa investigação, encaminhar o judiciário e que a gente tenha êxito naquela investigação. Então, a partir do momento que a gente consegue compreender a importância da cadeia de custódia e a guarda desses vestígios, ganha a sociedade com um trabalho bemfeito, com um trabalho comprovado em que as provas não vão poder ser questionadas por que a gente fez o trabalho todo certinho”.
O curso iniciou na segunda-feira (15) e encerra nesta quarta-feira (17). A formação, voltada para 92 participantes, é ministrada por peritos criminais da Polícia Científica nas áreas de local de crime, DNA e balística.
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