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Parceria entre Governo do Amapá e Ministério da Saúde fortalece pesquisa para o SUS

  • perolapedrosa7
  • há 45 minutos
  • 3 min de leitura

Jamile Moreira

PPSUS
O programa já contemplou 28 pesquisadores amapaenses, incentivando o desenvolvimento de estudos científicos com aplicação direta na rede pública de saúde
O programa já contemplou 28 pesquisadores amapaenses, incentivando o desenvolvimento de estudos científicos com aplicação direta na rede pública de saúde

O Governo do Amapá, em parceria com o Ministério da Saúde, formalizou nesta terça-feira, 3, a assinatura do termo de outorga da 8ª edição do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS). A solenidade reforça os investimentos em ciência, tecnologia e inovação voltados à saúde pública no estado.


Até o momento, o programa já contemplou 28 pesquisadores amapaenses, incentivando o desenvolvimento de estudos científicos com aplicação direta na rede pública de saúde. A iniciativa busca aproximar a produção acadêmica das demandas reais do Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo soluções adaptadas à realidade local.

Diretor-presidente da instituição, Gutemberg Silva
Diretor-presidente da instituição, Gutemberg Silva

No Amapá, o programa é executado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Amapá (Fapeap), segundo o diretor-presidente da instituição, Gutemberg Silva, o momento marca a ampliação e o fortalecimento da pesquisa científica no Amapá.


“Hoje é um marco na nossa história do Amapá, a ampliação do nosso calibre na ciência qualificada, hoje nós estamos fazendo a celebração do termo de outorga, que é quando as pesquisas selecionadas, elas começarão a funcionar e após dois anos de pesquisa aplicada, a gente vai começar a colher frutos dessa oitava edição. São quase 2 milhões de reais de uma parceria do governo do Estado Amapá com o governo federal. É uma ação em que o governador Clécio Luís nos orientou a colocar a política pública, a ciência a serviço da política pública e o PPSUS é um exemplo dessa iniciativa de tornar a ciência mais aproximada dos grandes desafios da sociedade, nesse caso, desafios da saúde, que é uma prioridade inegociável do nosso governo”, destacou Gutemberg.

Além da assinatura dos contratos, a programação do evento inclui um Workshop de Boas Práticas na Execução de Recursos, voltado à capacitação dos pesquisadores contemplados. A atividade aborda orientações sobre financiamento, gestão administrativa e correta aplicação dos recursos públicos, garantindo maior eficiência na execução dos projetos.

Pesquisador contemplado pela iniciativa, Irlon Maciel
Pesquisador contemplado pela iniciativa, Irlon Maciel

Para o pesquisador contemplado pela iniciativa, Irlon Maciel, o programa representa uma oportunidade de transformar conhecimento científico em benefícios concretos para a população. Irlon é pesquisador da pós-graduação em ciências farmacêuticas e inovação farmacêutica, e estuda o uso de nanotecnologia de CBD e princípios ativos da folha do jambu no tratamento de dores crônicas.


“Eu estou com bastante expectativa de avançar realmente em um trabalho no qual a gente fala que é a fronteira entre o nosso trabalho de bancada e a disponibilidade desse material ao SUS. O nosso trabalho especificamente se trata de nano emissões contendo CBD, que é o canabidiol, um dos princípios ativos da cannabis, que vem sendo muito utilizado contra dor crônica, inflamação e convulsões. E o nosso foco do trabalho é envolver esse canabidiol em um modelo de formulação que possa ser viável no mercado, ser também prático e que dê também uma disponibilidade de escalonamento. Então a nossa proposta é essa, combinando a tecnologia da nano fixação com o canabidiol. E além disso, também a gente propõe a utilização do próprio espilantol, que é uma substância presente no jambu, porque pelos estudos que a gente já realiza ao longo desses mais de 15 anos estudando esses princípios ativos esses compostos bioativos a gente acredita muito que o espilantol ele também é responsável por uma das vias do sistema endocanabinoide que pode também ser uma alternativa contra o processo anticonvulsivo”, detalhou o pesquisador.

Com a nova edição do PPSUS, o Governo do Amapá reafirma o compromisso com o fortalecimento da pesquisa científica e com a melhoria contínua dos serviços ofertados pelo SUS no estado. Além da execução da Fapeap, o programa conta com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS).


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