Mulherio das Letras do Amapá celebra dois anos e fortalece a literatura feminina
- svioalmd4
- 17 de set.
- 1 min de leitura
Edy Wilson Silva

O Mulherio das Letras do Amapá completa dois anos neste mês de setembro e se destaca na valorização da literatura feminina no Estado.
Criado por Lulih Rojanski como uma página no Facebook, o coletivo seguiu o modelo de outros núcleos regionais do movimento nacional idealizado pela escritora Maria Valéria Rezende. Desde a formação, o grupo reuniu escritoras como Lia Borralho, Mara Lobo e Alcinéa Cavalcante, ganhando adesão de novas participantes, entre elas Pat Andrade, Ana Anspach, Claudia Flor D’Maria, Mary Paes, Negra Áurea, Carla Antunes, Leacide Moura e Iramel Lima. Pat Andrade e Lia Borralho se destacaram por manter a página ativa com publicações e interações constantes.
Em 2024, o coletivo, liderado por Leacide Moura, realizou o Primeiro Encontro do Mulherio das Letras do Amapá, que contou com a presença da escritora amazonense Marta Cortezão, responsável pela sugestão do nome Mulherio das Letras Matinta Perera e considerada madrinha do movimento. Em 2025, o grupo passou a realizar reuniões mensais, intensificou sua presença em eventos culturais, lançou livros, conquistou editais e teve integrantes premiadas em concursos literários nacionais e internacionais.
O movimento reafirma seu papel como espaço de resistência, criação e coletividade, promovendo cafés literários e eventos próprios. Atualmente, o Mulherio se prepara para participar da Folia Literária Internacional do Amapá, na primeira semana de outubro, consolidando sua relevância na cena cultural local.
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