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Mangueira escolhe samba-enredo oficial no Amapá; dois vencedores garantem vaga na final no Rio

  • perolapedrosa7
  • 24 de ago.
  • 2 min de leitura

Edy Wilson/

Os vencedores foram os sambas 103 e o 105 que seguem para a final (foto: Maksuel Martins)
Os vencedores foram os sambas 103 e o 105 que seguem para a final (foto: Maksuel Martins)

Numa noite verde e rosa, a Estação Primeira de Mangueira realizou, no sábado (23), a etapa Amapá, para a escolha do samba-enredo oficial da escola. Os vencedores foram o 103, de Verônica dos Tambores, e o 105, de Francisco Lino, que seguem para a final marcada para setembro, no Rio de Janeiro.


O enredo da Mangueira para o carnaval de 2026 será “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra”, celebrando as raízes da Amazônia e o patrimônio cultural da região. A iniciativa inédita é fruto da parceria entre o Governo do Amapá, a Mangueira e a Liga das Escolas de Samba do Amapá (Liesap).


O governador do Amapá, Clécio Luís, destacou o caráter inovador do evento e a importância da participação do estado na história da Mangueira.


Governador Clécio Luís cumprimenta a esposa de Mestre Sacaca, Dona Madalena Souza, junto com a primeira-dama Priscila Flores, as secretárias de Cultura, Marina Beckman e a titular Clícia di Miceli e o vice presidente da Mangueira, Moacyr Barreto ( foto: Maksuel Martins)
Governador Clécio Luís cumprimenta a esposa de Mestre Sacaca, Dona Madalena Souza, junto com a primeira-dama Priscila Flores, as secretárias de Cultura, Marina Beckman e a titular Clícia di Miceli e o vice presidente da Mangueira, Moacyr Barreto ( foto: Maksuel Martins)
"A Mangueira veio para o Amapá. Pela primeira vez, a bateria da escola contará com caixas de marabaixo. O que está acontecendo aqui é inédito: realizar uma etapa do festival de samba-enredo da Mangueira fora do Rio de Janeiro. Seis sambas de compositores amapaenses disputaram aqui, e outros três disputarão no Rio. O vencedor desta seletiva já tem passaporte garantido para a grande final, no dia 27 de setembro, na quadra da Mangueira. A Mangueira buscava um enredo profundo, que chamasse a atenção do público e estivesse conectado com a realidade mundial, e encontrou no Amapá o Mestre Sacaca, guardião da Amazônia Negra. Tudo isso vai resultar em um belo carnaval em Macapá e, certamente, em um desfile campeão na Marquês de Sapucaí."
A Mangueira formou uma bateria com integrantes de várias escolas de samba do Amapá, foi responsável pela execução de todos os concorrentes ( foto: Jorge Junior)
A Mangueira formou uma bateria com integrantes de várias escolas de samba do Amapá, foi responsável pela execução de todos os concorrentes ( foto: Jorge Junior)

Já o carnavalesco da Mangueira, Sidnei França, ressaltou a riqueza cultural do processo de construção do enredo:


"Tem sido uma troca cultural intensa. Desde que eu e minha equipe chegamos ao Amapá para iniciar as pesquisas, fomos levados a todos os cantos do estado — Oiapoque, Jari, Mazagão, Macapá, Curiaú. Foi uma imersão muito rica. A Sapucaí vai brilhar com essa Amazônia Negra, esse pensamento ancestral, na voz de Mestre Sacaca. O processo começou ainda em abril deste ano e já está bastante desenvolvido. O vencedor da etapa amapaense vai direto para a final no Rio de Janeiro, na quadra da Mangueira, no dia 27 de setembro."

A festa Verde e Rosa, no Trapiche Santo Inês, reuniu escolas de samba do Amapá, carnavalescos, público e empreendedores, encerrando a etapa com muita energia e alegria.


 
 
 

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