Expofavela Innovation Amapá 2025 vai transformar o Sebrae em vitrine de talentos periféricos
- svioalmd4
- 13 de ago.
- 2 min de leitura
Edy Wilson Silva

Nos dias 16 e 17 de agosto, Macapá recebe a Expofavela Innovation Amapá 2025, no Centro de Exposições do Sebrae. O evento, promovido pela Central Única das Favelas (Cufa), tem o objetivo de aproximar talentos das favelas, palafitas e comunidades ribeirinhas de investidores, do mercado e de novas oportunidades de negócios. A abertura será no sábado, às 15h.
Além da feira de empreendimentos, a programação inclui painéis sobre empreendedorismo, economia criativa, tecnologia e educação, espaços culturais, atividades para crianças e atrações artísticas. A presidente da Cufa Amapá, Alzira Nogueira, destaca que a Expofavela é um encontro para valorizar a força criativa e empreendedora das periferias e convida a população a participar do evento.
“A Expofavela é uma feira de negócios, mas também um espaço de arte e cultura para mostrarmos as potencialidades criativas das periferias do Amapá. Além dos estandes de expositores, teremos um espaço dedicado à economia criativa para comercialização de produtos; baile de favela; o Favela Braids junto com a batalha de barbeiros; e um conjunto de painéis temáticos que vão discutir temas sobre autonomia e desenvolvimento econômico nas periferias. Teremos ainda um espaço kids muito bonito, dedicado às crianças. Neste ano, a nossa Favela Literária contará com dois convidados nacionais e mais 51 escritores e escritoras do Amapá. O espaço dedicado ao Favela Filmes, que divulga produções audiovisuais de cineastas amapaenses, também está muito bonito, com curadoria especial de Rodrigo Aquiles. Convido a comunidade a ocupar esse espaço criado para as comunidades urbanas e periféricas do estado do Amapá. No sábado, a abertura será às 15h e seguirá até 22h; no domingo, começa às 9h e vai até 21h, no Centro de Exposições do Sebrae, na Avenida Ernestino Borges”.
O evento promete movimentar o cenário local, contribuindo para a inclusão social e o desenvolvimento econômico das áreas periféricas do Amapá, criando pontes entre quem produz e quem investe.
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