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Exploração de petróleo no Amapá: palestra destaca oportunidades e desafios para empresas locais

  • svioalmd4
  • 24 de abr. de 2025
  • 3 min de leitura

Janete Carvalho


PETROLEO

Palestra destacou a importância da qualificação das empresas, devido aos requisitos específicos da indústria
Palestra destacou a importância da qualificação das empresas, devido aos requisitos específicos da indústria

Com o tema “Oportunidades e desafios para as empresas amapaenses no setor de petróleo”, o auditório do Sebrae Macapá foi palco, nesta quarta-feira (23), para a palestra do doutor em engenharia de produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), engenheiro mecânico e consultor especializado em negócios nos setores de óleo e gás, Antônio Batista.


Ele destacou as estratégias para que empresas locais possam se inserir na cadeia produtiva do petróleo, especialmente diante da exploração na Margem Equatorial.


“A nossa palestra visa trazer essas informações e um recado da importância dessa atividade para que empresas se qualifiquem, porque é uma indústria que tem alguns requisitos. Então, é muito importante você buscar uma qualificação para ter o seu negócio ajustado para atender essas exigências, principalmente legais e relacionadas à questão jurídica”.

O engenheiro destacou que o Amapá vive a expectativa do início das atividades petrolíferas, o que vai gerar inúmeras oportunidades no estado.


“O poço fica a 170 km da cidade de Oiapoque e 570 km de Macapá. Então, é uma atividade em alto-mar, mas mesmo em alto-mar, uma série de oportunidades de negócios irão surgir para dar suporte à atividade petrolífera. Então, a gente já vislumbra, primeiro, um fluxo muito intenso entre Santana, Macapá e Oiapoque, porque essa indústria demanda muitos bens, ela contrata muitos serviços, e de imediato será impactada a rede hoteleira de Macapá, Santana, Oiapoque e Calçoene, porque muitas pessoas virão para dar suporte a essa atividade. Muitas pessoas vão precisar de uma série de serviços, e isso vai aquecer muito a economia dessas cidades. Do ponto de vista de negócios empresariais, a gente tem serviços na área de telecomunicações, de transporte de cargas, transporte de passageiros, é uma infinidade de oportunidades que a indústria de óleo e gás irá automaticamente demandar dos empresários aqui do estado”.

Para a pedagoga Mariane Lemos, a palestra foi esclarecedora, pois deve beneficiar as futuras gerações.


“O nosso estado precisa desenvolver. Nós precisamos esclarecer a sociedade civil dessa importância, porque é algo que vai gerar renda, emprego, vai beneficiar as gerações de agora e as gerações do futuro”.

O vice-governador Teles Júnior participou do evento e destacou a importância da extração de petróleo na região, além de falar das etapas que estão sendo vencidas pelo governo do Amapá.


“A etapa que o Amapá está aguardando a licença ambiental é a etapa de prospecção e pesquisa. Nessa etapa, você tem a demanda do setor para alguns serviços e algumas qualificações de mão de obra. A segunda etapa é a dos investimentos da indústria que dá suporte à operação de petróleo e gás. Nessa segunda etapa, você tem mais um tipo de mão de obra e serviço que vai ser demandado. E a terceira é a etapa de operação plena do projeto aqui no estado. Então, o Sebrae tem feito uma parceria com o governo do Amapá para mobilizar os setores produtivos e de mão de obra, para que a gente possa preparar a população amapaense para esse novo momento que o estado pode vir a ter no futuro”.

De acordo com a Petrobras, a empresa defende a exploração de petróleo na Margem Equatorial, considerando-a fundamental para a manutenção dos níveis de produção a partir de 2030. No entanto, o processo de licenciamento ambiental tem enfrentado resistências do Ibama, que solicita mais estudos sobre os impactos ambientais da exploração.


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