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Durante 54ª Expofeira escolas indígenas recebem premiação por projetos culturais em territórios do Amapá e Norte do Pará

  • perolapedrosa7
  • 3 de set.
  • 2 min de leitura

Jamile Moreira


Na quarta-feira, 03, o Governo do Amapá realizou a premiação de 20 gestores indígenas da rede pública de ensino do Amapá e Norte do Pará
Na quarta-feira, 03, o Governo do Amapá realizou a premiação de 20 gestores indígenas da rede pública de ensino do Amapá e Norte do Pará

A 54ª Expofeira do Amapá além de ser uma vitrine de negócios e oportunidades da Amazônia também é um espaço de reconhecimento e valorização cultural. Na quarta-feira, 03, o Governo do Amapá realizou a premiação de 20 gestores indígenas da rede pública de ensino do Amapá e Norte do Pará que executam projetos dentro dos territórios.


De acordo com a secretária de Povos Indígenas, Sonia Jeanjacque, a iniciativa concretiza e valoriza a ancestralidade e a diversidade dos povos indígenas.


“Esse é um momento de muita felicidade para as escolas indígenas, para a população indígena em geral, mas em especial para 20 escolas indígenas que estão aqui hoje para receber logo mais às suas premiações, por valorizar, por fomentar e por manter viva e muito mais fortalecida a cultura desses povos, das suas comunidades, dos seus povos”, declarou Sônia.

Coordenador de núcleo de uma escola em Oiapoque, Maxwara Santos, da etnia karipuna, foi um dos contemplados, para ele a premiação é essencial para a continuidade dos projetos executados na escola.


“Essa premiação é muito importante para que a gente consiga desenvolver nossas atividades, fortalecer os projetos e ações com nossos alunos e comunidade”, disse Santos.
A premiação é fruto do edital “Educação para o Bem Viver: apoio às comunidades indígenas pela equidade na educação”
A premiação é fruto do edital “Educação para o Bem Viver: apoio às comunidades indígenas pela equidade na educação”

Durante a premiação, a diretora presidente da Fundação Marabaixo, Josilana Santos, aproveitou o momento para anunciar um novo edital, desta vez para as escolas quilombolas.


“Agora nós vamos lançar o edital que vai selecionar 20 projetos quilombolas. Durante o ano de 2026, essas 20 escolas farão o intercâmbio e esses 40 projetos receberão fomento através da política do programa Amapá Afro. Nós teremos 40 escolas fazendo essa política de transversalidade que vai fortalecer as maiores populações tradicionais do Amapá, que é a população negra e a população indígena”, anunciou Josilana.

A premiação é fruto do edital “Educação para o Bem Viver: apoio às comunidades indígenas pela equidade na educação”. O valor total do recurso é de 100 mil, distribuídos em 5 mil para cada escola

 
 
 

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