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Cram “Tia Zefa” celebra 17 anos com programação especial

  • perolapedrosa7
  • 31 de jul.
  • 3 min de leitura

Jolinda Martel

CRAM
Ao longo de seus 17 anos, o centro tem se consolidado como um espaço seguro para mulheres em situação de vulnerabilidade, promovendo não apenas assistência, mas também autoestima e autonomia
Ao longo de seus 17 anos, o centro tem se consolidado como um espaço seguro para mulheres em situação de vulnerabilidade, promovendo não apenas assistência, mas também autoestima e autonomia

Nesta quinta-feira, 31, o Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram) “Tia Zefa” completou 17 anos de atuação em Macapá, sendo símbolo de acolhimento, proteção e reconstrução de vidas femininas marcadas pela violência doméstica e de gênero.


Para celebrar a data, o Governo do Amapá realizou uma programação especial voltada ao público atendido pela instituição, com rodas de conversa, atividades de integração e distribuição de cesta básica para as acolhidas.


Entre as participantes está Richely Amorim, de 40 anos, que buscou apoio no Cram após sofrer perdas familiares
Entre as participantes está Richely Amorim, de 40 anos, que buscou apoio no Cram após sofrer perdas familiares

Ao longo de seus 17 anos, o centro tem se consolidado como um espaço seguro para mulheres em situação de vulnerabilidade, promovendo não apenas assistência, mas também autoestima e autonomia. A fisioterapeuta Damares Pereira, reforça a importância da continuidade do trabalho de acolhimento desenvolvido pela equipe do Cram.


“Hoje nós estamos comemorando 17 anos de Cram, para comemorarmos através de uma palestra sobre autoconhecimento, trazer esse momento reflexivo para elas e sobre autocuidado. E o Cram, durante o ano inteiro, oferta serviços como, por exemplo, oficinas de capacitação, que nós damos essa autonomia para a paciente desenvolver suas habilidades, para que ela possa ter um retorno financeiro em cima disso. Porque muitas mulheres que chegam para a gente, por exemplo, não é via de regra, mas por exemplo, são mulheres que são dependentes financeiras, ou dos maridos, ou dos pais. E o Cram oferta esse serviço para elas desenvolverem suas habilidades e ter um retorno financeiro para que elas tenham seu próprio ganho, para que elas se tornem empreendedora, para que elas consigam sustentar os filhos. E é muito gratificante um dia como esse, que a pessoa chega com a gente e diz muito obrigada por ter aliviado minha dor, porque hoje eu consigo trabalhar. Obrigada por ter me esclarecido tal situação. A assistência social, ela escuta, ela acolhe e ela direciona o atendimento de acordo com a necessidade da nossa acolhida. Ou vem para fisioterapia, para enfermagem, para assistência jurídica, para psicologia. Se não, nós temos a RAM, que é a nossa rede de apoio à mulher. Que entra a delegacia da mulher, a justiça, o tribunal de justiça, a procuradoria e os outros órgãos que nos dão esse apoio também”.
A fisioterapeuta Damares Pereira, reforça a importância da continuidade do trabalho de acolhimento desenvolvido pela equipe do Cram
A fisioterapeuta Damares Pereira, reforça a importância da continuidade do trabalho de acolhimento desenvolvido pela equipe do Cram

Entre as participantes está Richely Amorim, de 40 anos, que buscou apoio no Cram após sofrer perdas familiares.


“Eu procurei o atendimento aqui no centro de referência porque eu estava precisando muito. Eu tive três perdas, uma atrás da outra e isso causou um problema psicológico muito grande e o atendimento que estou tendo hoje em dia aqui é como se eu tivesse sendo acompanhado há uns anos porque aqui eu sou bem acolhida eu sou bem tratada, aqui é como se fosse uma família. Aqui é um ótimo local e eu super indico para aquelas pessoas que estão precisando desse atendimento é um local onde você se sente bem amparada e bem assistida”.

O Cram “Tia Zefa” é gerido pela Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres (SEPM) e oferece atendimento gratuito em áreas essenciais como fisioterapia, enfermagem, apoio jurídico e psicossocial. Além disso, realiza encaminhamentos para a Rede de Atendimento à Mulher (RAM), sempre que necessário. A programação de aniversário contou com o apoio da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas).

 
 
 

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