Com R$ 120 milhões em investimentos, novo Plano Safra busca fortalecer agricultura familiar no Amapá
- svioalmd4
- 10 de out.
- 3 min de leitura
Janete Carvalho

O Plano Safra da Agricultura Familiar 2025/2026 foi lançado na sexta-feira (10), em Macapá, com previsão de R$ 120 milhões em recursos destinados ao Amapá. A medida busca ampliar o acesso ao crédito rural e impulsionar a produção de alimentos nas comunidades do rurais.
Além do crédito, o programa também prevê ações voltadas ao desenvolvimento sustentável, geração de renda e modernização das práticas agrícolas em todo o estado.
O governador Clécio ressaltou que o recursos destinados á agricultura familiar representa o resultado concreto da parceria entre os governos, ele destacou que a união de esforços tem permitido ampliar investimentos e garantir que políticas públicas cheguem de forma efetivas às famílias que vivem da agricultura no Amapá.
“Temos um ministro que consegue captar esses recursos, que junta com outros ministérios, aqui está o ministro Waldez, do Ministério da Integração, junto com o MDA, que é o Ministério do Desenvolvimento Agrário. R$ 120 milhões de disponibilizados para a agricultura familiar, em forma de crédito, quando você paga em dia, você paga só 60%. Além de não pagar o juro, paga só 60% do que emprestou. Isso, além do impacto econômico, gera um impacto ético, é um estímulo a pagar em dia, a cumprir compromissos. Imagina R$ 120 milhões de reais distribuídos para os agricultores familiares comprando calcário, comprando NP, insumos, equipamentos instrumentos de irrigação, comprando sementes e produzindo que é mais importante. Então, é o efeito econômico, que é produzir um recurso que você empresta uma parte e paga menos do que emprestou e coloca comida na mesa das pessoas, abastece os supermercados, as feiras e com isso a economia cresce, gera emprego de carteira assinada e emprego de agricultura familiar, porque há um método próprio também”.
O Ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, destacou a importância do Plano Safra como fortalecimento da economia rural. Segundo ele, o programa garante que todas as comunidades, tenham acesso aos recursos para gerar renda e promover o desenvolvimento sustentável no campo.
“Nós precisamos fazer essa mobilização de Oiapoque ao Jari para as pessoas terem acesso. Às vezes as pessoas dizem, mas e o documento fundiário, no caso do Plano Safra, não precisa, o CAF pode ser tirado coletivo em uma comunidade quilombola, extrativista, rural, e a garantia, se ele não pagar? a garantia do fundo, inclusive, é gerenciado por mim, o Fundo de Desenvolvimento Constitucional, e a política pública, ela dá as garantias para o produtor. Então, não temos nenhum problema com relação a isso. A questão aqui é mobilizar o Amapá para acessar os recursos disponíveis pelo presidente Lula para o plano de safra da agricultura familiar”.
Para Ediana da Silva, presidente da associação dos agricultores da região do Cupixi, do município de Porto Grande, o empenho das instituições no apoio financeiro e técnico vai fazer diferença no fortalecimento da produção local e na melhoria das condições de vida das famílias rurais.
“É um recurso que a gente nunca pensou que teria, há anos atrás era impossível, hoje estamos tendo essa facilidade através do governo federal, do governo estadual de nos ajudar enquanto agricultor, esse recurso está vindo em forma de ajuda, e hoje o agricultor que está lá na sua roça ele poder pegar a documentação e vir em um banco e saber que aquele recurso está disponível é muito importante para nós”.
O novo ciclo do programa marca o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao campo e o aumento da participação dos produtores no sistema de crédito rural. O Amapá também se destaca pelo avanço na emissão do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), que passou de 8.429 registros em 2023 para 30.866 em 2025, um crescimento de 219%.
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