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Com investimento de R$ 120 milhões, Amapá instala primeira fábrica de cimento

  • svioalmd4
  • 14 de ago.
  • 2 min de leitura

Janete Carvalho


CIMENTO
Com investimento previsto de R$ 120 milhões, a unidade será capaz de produzir até 600 mil toneladas de cimento anualmente
Com investimento previsto de R$ 120 milhões, a unidade será capaz de produzir até 600 mil toneladas de cimento anualmente

O Amapá se prepara para um novo ciclo de desenvolvimento com a chegada da primeira fábrica de moagem de cimento do estado. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (14) pelo governador Clécio Luís, no Palácio do Setentrião. Com investimento estimado em R$ 120 milhões, a unidade terá capacidade de produzir 600 mil toneladas de cimento por ano.


De acordo com o governador, o empreendimento marca um passo importante para a industrialização do estado. A produção abastecerá o mercado local, incluindo Macapá, Santana e municípios vizinhos, além de estados próximos.


"É um momento importante para a economia, que além de ações concretas, precisa de ações simbólicas, de anúncio que projete melhorias para o futuro, e hoje a gente consegue juntar tudo isso num ato simbólico que é da implementação da primeira fábrica de cimento no Amapá que vai se sediar em Santana, próximo ao Distrito Industrial, por isso a presença do prefeito Bala Rocha de Santana, do Eduardo, que é o proprietário da empresa Cimento Forte, que vai ser instalado no Amapá. É importante termos aqui a presidente da Assembleia Alliny Serrão, a Agência Amapá que vão dar encaminhamentos para que essa empresa se instale aqui recebendo todos os benefícios fiscais para que gere emprego, renda, se expanda e possa ter regime especial para comprar mais insumos e produzir e produzindo mais, vai destinar mais cimento no uso local, na construção civil, obras públicas, privadas e particulares, mas também para exportar cimento a partir do Amapá para toda a Amazônia".

Para o diretor-presidente da empresa Cimento Forte, Eduardo Henrique , a instalação do empreendimento foi atraída por incentivos fiscais, o que vai beneficiar a diversificação da economia local.


"Estamos muito confiantes, nós já estamos operando há 10 anos e temos uma operação similar em Pernambuco, a ideia é fazer uma fábrica exatamente igual aqui, que é um moinho de 90 toneladas por hora e que produz 150, 160 mil toneladas de cimento por mês. A oportunidade da logística e do mercado, e o apoio que estamos recebendo, estes três fatores é que fizeram a diferença para nos instalar aqui".

O Porto de Santana será responsável pelo escoamento do produto, e o prefeito Bala Rocha reconheceu o trabalho do governo em atrair investimentos para o estado.


"Nós temos a logística que Deus nos deu para abrigar esse tipo de investimento, por isso nós temos uma política própria, leis de incentivos, a atração de investimentos, leis de desburocratização, várias leis de incentivos locais. Vamos nos associar ao governador Clécio para também garantir o que a empresa precisa para poder produzir cimento”.

Durante a fase de montagem, a obra deve gerar 500 empregos diretos. Na operação, serão 100 empregos diretos e cerca de 800 indiretos, beneficiando setores como transporte, alimentação, vigilância e logística portuária.


O prazo para instalação varia de 12 a 18 meses após o início da montagem dos equipamentos.


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