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Amapá em destaque: Mangueira define no sábado (27) o samba que levará a história de Mestre Sacaca para a Sapucaí

  • perolapedrosa7
  • 24 de set.
  • 3 min de leitura

Janete Carvalho

MANGUEIRA
Neste sábado (27) acontece a grande final do festival de samba-enredo da Mangueira, que vai escolher a obra que representará a escola no Carnaval 2026.
Neste sábado (27) acontece a grande final do festival de samba-enredo da Mangueira, que vai escolher a obra que representará a escola no Carnaval 2026.

A Estação Primeira de Mangueira realiza neste sábado (27) a grande final do seu festival de samba-enredo, que vai escolher a obra que representará a escola no Carnaval 2026. O evento reúne as melhores composições inscritas neste ano e promete uma disputa marcada pela força da cultura amapaense.


Nesta edição, os sambas concorrentes exaltam o enredo “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra”, uma homenagem à sabedoria popular e à riqueza cultural da região amazônica. Para a grande final, quatro sambas foram classificados, todos com a assinatura de compositores amapaenses: 11, 15, 103 e 105.


A secretária de Estado da Cultura, Clícia de Micellli, enfatizou a importância dos compositores e intérpretes amapaenses na grande final.


“Cada samba podia ser escrito com até seis compositores, então cada samba é um conjunto de compositores reunidos, são seis no total, mas eu destaco alguns nomes para mostrar a força e a representatividade do Amapá. No samba 103 eu destaco o protagonismo feminino Laura do Marabaixo, Piedade Videira, Verônica filha de Mazagão uma grande compositora. Piedade Videira, da Universidade Federal do Amapá, Laura do Marabaixo, neta de Tia Biló. Samba 105, Francisco Lino da Silva, um dos fundadores da Boêmios do Laguinho 90 anos de idade, em plena atividade de composição, junto de Silmara Lobato grande cantora do nosso estado, líder da banda Negro de Nós. O Samba 11, eu destaco a Juventude do Wendel, marabaixeiro que se associou a Fábio Sacaca, Neto de Mestre Sacaca e Ariel Moura, um dos grandes nomes da música Amapaense. O Samba 15 é de Joãozinho Gomes, compositor do jeito Tucuju, hino cultural do estado do Amapá e trouxe para reforçar o seu time Val Milhomem e Patrícia Bastos, então, cada samba além da sua mensagem tem a representatividade de nomes fortes que constroem a cena cultural do nosso estado, e o Amapá está muito bem representado”.
A secretária de Estado da Cultura, Clícia de Micellli, enfatizou a importância dos compositores e intérpretes amapaenses na grande final
A secretária de Estado da Cultura, Clícia de Micellli, enfatizou a importância dos compositores e intérpretes amapaenses na grande final

Clícia ressaltou ainda que a iniciativa do Governo do Estado no deslocamento dos compositores ao Rio de Janeiro fortalece a cultura amapaense em um palco tão representativo como a Marquês de Sapucaí.


“Nós já temos certeza, vai ter assinatura dos compositores do Amapá, e nessa etapa que aconteceu aqui no estado dois sambas foram escolhidos pela Mangueira, é um concurso da Mangueira e no regulamento não prevê esse deslocamento, mas o estado entendeu que para esses sambas terem condições de disputar lá na quadra, no mesmo nível que os demais que já estão no Rio de Janeiro que tem toda uma logística ali, o estado deu total apoio aos dois sambas que saíram do Amapá, todos já estão lá, quinze integrantes de cada samba com total apoio do governo do Estado do Amapá, para que eles se preocupassem apenas com a sua apresentação e levar mais uma vez o nome do Amapá, por meio da cultura, da arte, com a nossa força histórica de identidade amapaense que tanto nos orgulha. Boa sorte a todos, parabéns para quem chegou na final. Agora é torcer e vibrar com o resultado, que vai ser revelado na madrugada de sábado para domingo pela Difusora de Macapá e pela página do YouTube da Mangueira”.

Mangueira, uma das maiores e mais tradicionais escolas de samba do Brasil, prepara-se para levar à Marquês de Sapucaí um enredo de forte identidade amazônica. Em 2026, a verde e rosa contará a história de Mestre Sacaca, ícone da cultura popular do Amapá, exaltando sua sabedoria e o legado como guardião dos saberes da Amazônia Negra, em um desfile que promete emocionar e marcar a memória do carnaval carioca.

 
 
 

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