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Amapá alinha participação na COP 30 e projeta protagonismo ambiental

  • svioalmd4
  • 22 de jul.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 24 de jul.

Janete Carvalho

COP 30
Fapeap reuniu com gestores públicos e representantes de instituições para apresentar projetos e alinhar a participação do Amapá na COP 30
Fapeap reuniu com gestores públicos e representantes de instituições para apresentar projetos e alinhar a participação do Amapá na COP 30

Com o intuito de garantir presença ativa em evento internacional, o Amapá já começou a se mobilizar. Na segunda-feira (21), o diretor-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá (Fapeap), Gutemberg Silva, reuniu-se com gestores públicos e representantes de instituições para apresentar projetos e alinhar a participação do Amapá na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que acontecerá em 2025, em Belém (PA).


O encontro teve como objetivo principal construir uma representação forte do estado no evento, levando propostas concretas e a realidade local sobre os desafios e iniciativas voltadas à sustentabilidade e às mudanças climáticas.


“Há algumas consultorias que estão dando suporte em eixos específicos, o ICLEI, por exemplo, que é uma organização internacional que está presente aqui, trabalha com o arcabouço institucional de estados subnacionais, então ele é um parceiro, e na outra ponta temos duas consultorias, tem o Sumaúma Hub que é um time de pessoas que compõem várias empresas na área de comunicação sobre sustentabilidade, na área de investimentos éticos, são pessoas que têm um grande preparo em várias Cops, então juntas estamos fazendo um processo de interlocução com as secretarias do governo para fazer uma preparação robusta do estado a partir do que as secretarias têm desenvolvido na pauta econômica, social, cultural junto a estas consultorias, e nesse diálogo construir o plano Amapá na COP que esperamos em agosto ser anunciado pelo nosso governador”.

Durante a reunião, Gutemberg destacou a importância de apresentar soluções baseadas em ciência e tecnologia, além de valorizar o conhecimento tradicional, manter os recursos naturais e atrair investimentos para a região.


“Nós temos feito todo o nosso dever de casa em relação à pauta ambiental, mas a população ainda vive na pobreza, e a ideia é a gente capturar todo esse arcabouço institucional territorial que a gente tem, mas, a partir de movimentos adequados, atrair investimentos e, com isso, melhorar a vida da população, e além de mostrar ao mundo todo esse dever de casa que nós fizemos — código ambiental, zoneamento ecológico-econômico, plano Amapá 2043. Ou seja, temos todo um arcabouço: Atlas Solar, agora Atlas da Biomassa, Atlas Eólico, mas precisamos gerar emprego, renda, então a COP será o momento para a gente se apresentar ao mundo, capturando o que a gente quer, que é investimento ético, adequado do ponto de vista da continuidade desses nossos indicadores e a também gerar desenvolvimento econômico”.

A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas será realizada entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, em Belém, capital do Pará. O evento vai reunir líderes mundiais, cientistas, ambientalistas e representantes de diversos setores para discutir soluções concretas para o enfrentamento das mudanças climáticas. Veja também nas nossas redes sociais:


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