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Museu Sacaca celebra 24 anos com programação cultural e científica em Macapá

  • 17 de abr.
  • 2 min de leitura

Brenda Soares*


MUSEU SACACA

Símbolo da cultura amapaense, o Museu Sacaca marcou gerações com passeios escolares e experiências que revelam a história e as tradições do estado. Inicialmente chamado de Museu Industrial, o espaço passou por mudanças ao longo dos anos até ser reinaugurado, em 2002, como Centro de Pesquisas Museológicas Museu Sacaca.


Alessandra Furtado, coordenadora do museu
Alessandra Furtado, coordenadora do museu

Para celebrar os 24 anos, o Governo do Amapá promoveu, de 13 a 18, uma programação cultural e científica. As atividades reuniram servidores, estudantes e o público em geral. A coordenadora do museu, Alessandra Furtado, destacou o caráter educativo da iniciativa.


“Estamos completando os 24 anos do museu. Uma vasta programação aqui, do empírico ao científico. E, durante a semana, nós tivemos aqui a participação do nosso público estudantil, das escolas públicas estaduais, estiveram todos aqui participando, porque nós estamos com uma grande exposição desde segunda-feira, dia 13, até sábado. Durante essa semana, nós tivemos várias exposições dos nossos pesquisadores aqui”.

O espaço reúne elementos que retratam as tradições dos povos indígenas e ribeirinhos, como o Barco Regatão, a Casa da Farinha e a imagem de Mestre Sacaca, figura que dá nome ao museu.


“O Museu Sacaca, ele é um ponto de difusão que, aqui dentro, nós encontramos a nossa história. Então, quem adentra no Museu Sacaca, o primeiro momento é a memória afetiva, porque ele demonstra o nosso amapá, o nosso Norte, a nossa cultura, a nossa gente, o nosso modo de vida tucujús. Então, quando você adentra aqui, você já se depara com essa memória afetiva. Lembra dos seus avós, dos seus pais, porque nós temos a nossa história aqui, a nossa cultura. O Marabaixo, as culturas dos povos indígenas, o regatão, que é um ponto que as pessoas gostam muito, os nossos visitantes gostam muito”.

O espaço reúne elementos das tradições indígenas e ribeirinhas, como o Barco Regatão, a Casa da Farinha e a imagem de Mestre Sacaca
O espaço reúne elementos das tradições indígenas e ribeirinhas, como o Barco Regatão, a Casa da Farinha e a imagem de Mestre Sacaca

A programação foi encerrada no sábado com oficinas, cursos, exposições e apresentações culturais para todas as idades.


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