Março reforça ações de conscientização sobre a tuberculose no Amapá
- há 3 horas
- 2 min de leitura
Brenda Soares*

Em alusão ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado na quarta-feira (24), a Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) realiza, durante todo o mês de março, ações voltadas à conscientização da população sobre os sinais e sintomas da doença e à promoção do diagnóstico precoce.

Cláudia Pimentel, superintendente da SVS, alerta para as principais formas de contágio e reforça que todo o acompanhamento médico é gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“A tuberculose é uma doença infecciosa, ela pode ser transmitida através de gotículas da saliva, da respiração, então pelas vias aéreas superiores. Ela acomete principalmente o pulmão e causa uma doença respiratória grave. A boa notícia é que tem cura, toda a medicação é pelo SUS, a investigação também é pelo SUS, os exames pelo SUS”.
Entre os principais sintomas da doença estão tosse persistente por mais de três semanas, febre com aumento da temperatura corporal geralmente à tarde e à noite, suores noturnos, fraqueza, fadiga, falta de apetite e dor no peito.
De acordo com a superintendente, em 2025, o Amapá registrou 469 casos, e os pacientes diagnosticados com a doença recebem o protocolo de tratamento e atendimento especializado por meio do Centro de Referência em Doenças Tropicais.
“No ano passado, foram 469 casos de tuberculose, então não é algo tão incomum assim, mas todas as pessoas em tratamento, nós ofertamos, nós, o governo do Estado, pela Superintendência de Vigilância em Saúde, nós ofertamos a medicação totalmente gratuita, inclusive, nós temos uma unidade que é o CRDT (Centro de Referência em Doenças Tropicais) para poder realizar as baciloscopias, referência no estado do Amapá para doença infecciosa, então a gente tem todo o suporte necessário”.
No primeiro trimestre de 2026, o Amapá ainda não apresentou registros da doença.
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a tuberculose é atualmente a segunda doença infecciosa mais mortal do mundo. No Brasil, são registrados mais de 80 mil novos casos por ano.
Entre as ações realizadas pela instituição estão campanhas educativas em rádios, TVs e mídias sociais; blitz educativas em pontos estratégicos de todos os municípios do estado; além da interação com a população por meio de uma linguagem acessível e descontraída, com o objetivo de ampliar o alcance das informações e sensibilizar diferentes públicos sobre a importância do cuidado com a saúde.
*Estagiária sob supervisão
Veja também nas nossas redes sociais:
Instagram:
Facebook:
X/Twitter:




Comentários