Jiu-jitsu vira recomeço para jovens no Amapá
- svioalmd4
- há 2 dias
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Edy Wilson Silva

Em áreas marcadas pela vulnerabilidade social, o jiu-jitsu tem se afirmado como instrumento de inclusão e transformação no Amapá. Criado em 2012, o Projeto Social Hajime atende crianças, adolescentes e adultos em bairros da capital e em municípios do estado.
Coordenado pelo professor faixa-preta, Dener Fontes, o projeto teve início no Lago da Vaca, no bairro Novo Horizonte, na zona norte de Macapá, e se expandiu para os municípios de Santana e Ferreira Gomes, além do distrito de São Joaquim do Pacuí.
Segundo Dener Fontes, a iniciativa também passou a atender crianças com necessidades especiais, como pessoas com transtorno do espectro autista e deficiência visual, com foco na inclusão social.
“O projeto começou em 2012, no bairro Novo Horizonte, na região do Lago da Vaca. Com o tempo, conseguimos expandir para Ferreira Gomes, Santana, o distrito de São Joaquim do Pacuí, Corre Água e o Km 9. Atendemos, inclusive, crianças com necessidades especiais, como autistas e pessoas com deficiência visual. Fico feliz em ver que o projeto tem proporcionado novas perspectivas de vida e esperança para muitas crianças. Ao longo desses anos, formei faixas-pretas e faixas-marrons, que hoje me auxiliam na condução do trabalho. Agradeço aos pais pela confiança e deixo registrado que o Projeto Hajime está aberto a parcerias, seja com a Secretaria de Estado do Desporto e Lazer ou com outras instituições que queiram contribuir”.
De origem japonesa, o termo Hajime significa recomeço. Para centenas de jovens amapaenses, o projeto vai além da prática esportiva, ao fortalecer vínculos sociais e ampliar perspectivas de futuro por meio do esporte.
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E com muita honra e gratidão aos professores e instrutores do Polo norte academia PJJ JIU-JITSU por essa oportunidade. Sou mãe do khayo Rafael e Helo que são alunos da academia PJJ e DFJJ