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Inclusão na prática: Governo do Amapá capacita servidores em Libras para ampliar atendimento à população surda

  • há 5 horas
  • 2 min de leitura

Edy Wilson Silva


OFICINA DE LIBRAS
Durante a oficina, os participantes aprendem sinais básicos utilizados em situações do cotidiano das unidades de saúde, como acolhimento, identificação do paciente, perguntas sobre sintomas e orientações iniciais.
Durante a oficina, os participantes aprendem sinais básicos utilizados em situações do cotidiano das unidades de saúde, como acolhimento, identificação do paciente, perguntas sobre sintomas e orientações iniciais.

Encerra na tarde desta quarta-feira, dia 24, a oficina de Língua Brasileira de Sinais (Libras) promovida pelo Governo do Amapá, para qualificar o atendimento à população surda na rede estadual de saúde. A capacitação ocorre na Escola Estadual de Saúde Pública, e reúne cerca de 60 servidores, divididos em turmas pela manhã e à tarde. O curso teve início na segunda-feira, 22.


Segundo Wesley Ribeiro, coordenador da Central de Tradutores e Intérpretes de Libras na Saúde (Cilsaúde), a oficina surgiu a partir da necessidade de preparar os profissionais que atuam na linha de frente das unidades de saúde para garantir um atendimento mais acessível e humanizado.


"Essa oficina de Libras, é uma iniciativa do Governo do Estado, em parceria com a Sesa, e é uma questão de promover uma capacitação para os servidores da saúde naquele primeiro contato com aquele paciente surdo, algum paciente surdo que vai a alguma unidade de saúde ou até mesmo na Secretaria. Eles fazem uma triagem, perguntam o seu nome, perguntam para onde ele vai, o que ele precisa. E a gente está com esse objetivo aqui de formar essas pessoas capacitadas em Libras. São 30 servidores de manhã e 30 servidores à tarde. Entre eles estão servidores da Secretaria e também servidores de algumas unidades de saúde, como Caps, HE, HCA, HMML, dentre outros".
Wesley Ribeiro, coordenador da Central de Tradutores e Intérpretes de Libras na Saúde (Cilsaúde).
Wesley Ribeiro, coordenador da Central de Tradutores e Intérpretes de Libras na Saúde (Cilsaúde).

Durante a oficina, os participantes aprendem sinais básicos utilizados em situações do cotidiano das unidades de saúde, como acolhimento, identificação do paciente, perguntas sobre sintomas e orientações iniciais. A programação combina atividades teóricas e práticas, permitindo que os servidores desenvolvam habilidades para se comunicar de forma mais eficaz com usuários surdos e compreendam a acessibilidade como parte essencial do cuidado.


A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Amapá com uma saúde mais inclusiva e acessível, ampliando a capacidade dos profissionais de atender às necessidades da população surda desde o primeiro contato.


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