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Família pede júri popular para acusado de feminicídio em Calçoene

  • há 12 minutos
  • 2 min de leitura

Edy Wilson Silva


Familiares de Irenir dos Reis Oliveira cobram agilidade da Justiça do Amapá e pedem júri popular para Marcelo Pinheiro, acusado de feminicídio ocorrido em Calçoene no ano passado
Familiares de Irenir dos Reis Oliveira cobram agilidade da Justiça do Amapá e pedem júri popular para Marcelo Pinheiro, acusado de feminicídio ocorrido em Calçoene no ano passado

Familiares de Irenir dos Reis Oliveira, de 29 anos, vítima de feminicídio, cobram mais agilidade da Justiça do Amapá e pedem que o acusado, Marcelo Pinheiro, seja levado a júri popular. O crime ocorreu em outubro do ano passado, na comunidade do Carnot, em Calçoene. O processo segue em tramitação, e a família afirma que a demora aumenta a sensação de impunidade.



Ildeni Fontelnelle, irmã da vítima
Ildeni Fontelnelle, irmã da vítima

A irmã da vítima, Ildeni Fontenelle, diz que a família vive em sofrimento constante desde o crime e que o caso não avançou no ritmo esperado. Ela cobra mais rapidez na tramitação, especialmente na realização da audiência de instrução e julgamento, considerada decisiva para o encaminhamento ao Tribunal do Júri.


"Sou irmã da Irenir dos Reis Oliveira, a jovem que foi brutalmente assassinada em outubro do ano passado na comunidade do Carnot, município de Calçoene, um caso macabro que chocou não somente a comunidade do Carnot, mas o estado inteiro e os estados vizinhos, e que destruiu não somente a vida da Irenir, mas de toda a família, que até hoje não encontra alento para o tamanho do sofrimento. E hoje venho, através dessa programação, dessa rádio, em nome da minha família, pedir socorro e clamar por justiça pela vida da Irenir, exigindo das autoridades competentes celeridade nesse processo que se arrasta há quase sete meses. Estamos cansados dessa morosidade e do silêncio da Justiça. Exigimos que o mais rápido possível haja audiência de instrução e julgamento e que o réu vá a júri popular e seja punido com pena máxima pelos crimes cometidos”, afirmou.

 Iranir foi estuprada, morta por asfixia, e teve o corpo ocultado e queimado
 Iranir foi estuprada, morta por asfixia, e teve o corpo ocultado e queimado

Segundo a investigação, o crime teve grande repercussão no Amapá pela brutalidade. A vítima foi estuprada, morta por asfixia, e teve o corpo ocultado e queimado. O caso segue cercado de comoção e pressão por uma resposta da Justiça.


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