Carnaval 2026: Piratas Estilizados ecoa ancestralidade na Ivaldo Veras
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Edy Wilson

Com cerca de 1,6 mil brincantes, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Piratas Estilizados cruzou a avenida Ivaldo Veras, no Sambódromo, neste momento do Carnaval. A campeã de 2025 veio para a avenida com o enredo “Toque o Alujá para o Alafin de Oió: a ancestralidade que ecoa nos sagrados tambores do Piratas Estilizados”.
Fundada em 1974, no bairro do Laguinho, em Macapá, a Estilizados reafirma na avenida uma trajetória marcada pelo protagonismo no Carnaval amapaense. A agremiação nasce como bloco carnavalesco, domina os desfiles entre 1974 e 1979, conquista sete dos oito títulos do Segundo Grupo entre 1980 e 1987 e celebra, ao longo do percurso, o título de 1996 com “Risos e Lágrimas no Palco da Ilusão”, último desfile realizado na Avenida FAB. Em 2025, confirma sua força com “Da Lenda de Iaçá ao Sabor Açaí que Conquistou o Mundo”.

Na avenida, a Piratas Estilizados constrói uma narrativa viva sobre a ancestralidade africana e a força dos orixás. O desfile percorre a grandeza do Império de Oió, os ritos sagrados dos tambores e a resistência da cultura negra, traduzidos em dança, canto, cores e batidas que ecoam pelo Sambódromo.
Presidida por Thiago Lima, a escola desfila sob a direção de Carnaval de Clóvis Júnior, com a bateria comandada por Renato Alexandre (Renatinho) e Jerferson Pinheiro Mendonça, e Andriny Videira como rainha de bateria. A Piratas Estilizados finaliza o desfile das escolas de samba deste ano.
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