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Alunos da Escola José de Anchieta participam de aula de campo sobre meio ambiente no Bioparque da Amazônia

  • jamilemoreira6
  • 5 de nov.
  • 2 min de leitura

Edy Wilson

MEIO AMBIENTE
Atividade destacou o papel das aulas de campo como ferramenta de integração entre teoria e prática
Atividade destacou o papel das aulas de campo como ferramenta de integração entre teoria e prática

Estudantes do 7º ano da Escola Estadual José de Anchieta participaram, na quarta-feira (5), de uma aula de campo no Bioparque da Amazônia, em Macapá. A atividade integrou o projeto “COP 30 na Escola”, que aproxima os alunos das discussões globais sobre mudanças climáticas e incentiva práticas de preservação ambiental.


Segundo a professora Rosana Ferreira, coordenadora do projeto, a iniciativa busca desenvolver o olhar crítico dos estudantes sobre o impacto das ações humanas no bioma amazônico.


“A proposta tem a mesma temática da COP30. E quando chegamos a um ambiente como esse, temos um grande instrumento pedagógico. Não é a primeira vez que os alunos têm uma aula diferenciada como essa. Todos os anos, dentro do nosso planejamento, realizamos o que chamamos de aulas-passeio. Não é só no Bioparque — já levamos os alunos ao Museu Sacaca, e na Fortaleza São José de Macapá”, destacou a professora.

A estudante Maria Clara, contou que o aprendizado fora da sala de aula tornou o conteúdo mais claro e interessante.


“É muito bom viver esse momento junto com os professores e colegas, porque é uma experiência única e muito importante para a nossa vida estudantil. É essencial que a gente saia um pouco da sala e venha para a aula prática, porque é assim que entendemos melhor o valor da natureza e a relação que ela tem com o nosso dia a dia, com a nossa vida e com a nossa própria saúde ambiental”, disse a estudante.
A estudante Maria Clara
A estudante Maria Clara

Já o professor Alexandre Pinheiro, que acompanhou os estudantes, destacou o papel das aulas de campo como ferramenta de integração entre teoria e prática.


“O principal objetivo dessa aula de campo é criar memórias afetivas e relações que vão além da teoria. Vivemos em um mundo muito conectado à tecnologia, e isso, muitas vezes, impede uma conexão verdadeira com o aluno dentro da sala de aula. Muitos conceitos acabam sendo abstratos, e eles têm dificuldade em estabelecer uma relação prática com o que aprendem. Estar hoje aqui no Bioparque é um privilégio. Podemos trazer a realidade da Amazônia para a vida dos alunos, discutir o clima, a floresta e as espécies que compõem o nosso bioma. É uma oportunidade de perceber o quanto estamos inseridos nesse contexto amazônico”, explicou Alexandre.
 Alexandre Pinheiro, professor
Alexandre Pinheiro, professor

Reaberto durante a gestão do então prefeito Clécio Luís, após quase duas décadas fechado, o Bioparque da Amazônia hoje recebe visitantes e estudantes de todo o estado. O espaço se consolida como importante ferramenta de educação ambiental, contribuindo para a formação de uma geração mais consciente sobre a preservação da Amazônia.


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