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Alimentos ultraprocessados preocupam trabalhadores, aponta pesquisa

  • 12 de mar.
  • 1 min de leitura

Brenda Soares*


ULTRAPROCESSADOS
Uma pesquisa realizada em seis países, incluindo o Brasil, mostra que 71% dos trabalhadores consideram esses produtos prejudiciais à saúde
Uma pesquisa realizada em seis países, incluindo o Brasil, mostra que 71% dos trabalhadores consideram esses produtos prejudiciais à saúde

Refrigerantes, biscoitos, refeições congeladas e macarrão instantâneo: os ultraprocessados estão cada vez mais presentes nas prateleiras e na rotina alimentar de milhares de pessoas. Uma pesquisa da empresa Sodexo, realizada em seis países, incluindo o Brasil, revela que 71% dos trabalhadores reconhecem esses produtos como um risco à saúde.


De acordo com o estudo Food Experience Tracker, no Brasil, 78% dos trabalhadores reconhecem que, embora os alimentos industrializados sejam opções mais práticas e econômicas em comparação a produtos alimentares saudáveis, eles oferecem inúmeros riscos à saúde.


O Ministério da Saúde, por meio do Guia Alimentar para a População Brasileira, alerta que os alimentos ultraprocessados devem ser evitados. Trata-se de formulações industriais à base de ingredientes extraídos ou derivados de outros alimentos, como óleos, gorduras, açúcar e amido modificado, ou ainda sintetizados em laboratório, como corantes, aromatizantes e realçadores de sabor.


Segundo o guia, o consumo excessivo de sódio e gorduras saturadas aumenta o risco de doenças cardíacas, enquanto o excesso de açúcar eleva a probabilidade de cárie dentária, obesidade, diabetes e outras doenças crônicas.


*Estagiária sob supervisão


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