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Título da terra vira passaporte para crédito e fortalece a produção rural no Amapá

  • há 6 horas
  • 2 min de leitura

Edy Wilson /

TERRA DA GENTE
Nas comunidades no arquipélago do Bailique, produtores já recebem atendimentos de georreferenciamento, emissão de documentos e orientação técnica por meio do programa Terra da Gente
Nas comunidades no arquipélago do Bailique, produtores já recebem atendimentos de georreferenciamento, emissão de documentos e orientação técnica por meio do programa Terra da Gente

A regularização fundiária avança no Amapá como ferramenta essencial para fortalecer a agricultura familiar e garantir segurança jurídica no campo. Com o título definitivo da terra, agricultores, pescadores artesanais e produtores rurais passam a ter acesso a crédito, financiamento e mais condições para investir e ampliar a produção.


Nas comunidades de Vila Progresso, na Ilha do Marinheiro, e Itaboca, na Ilha do Franco, no arquipélago do Bailique, produtores já recebem atendimentos de georreferenciamento, emissão de documentos e orientação técnica por meio do programa Terra da Gente, que aproxima os serviços públicos das populações ribeirinhas e rurais.


Segundo o diretor-presidente do Amapá Terras, Jorge Rafael Almeida, a regularização fundiária vai além da entrega de documentos e representa desenvolvimento direto para quem vive no campo.


Diretor-presidente do Amapá Terras, Jorge Rafael Almeida
Diretor-presidente do Amapá Terras, Jorge Rafael Almeida
“O programa Terra da Gente é uma nova abordagem, é um novo programa criado pelo Governo do Estado para fazer com que a política de regularização fundiária chegue exatamente aonde está o homem do campo, onde está a mulher do campo. Nas áreas fundiárias do estado, dos 16 municípios, eles estão também nas áreas urbanas e nos assentamentos e quilombos do estado.
A equipe do Amapá Terras, enviada pelo governador Clécio Luís, juntamente com a equipe do Incra, com a equipe do Rurap, estão trabalhando juntos há mais de duas semanas na região da Ilha do Curuá. São mais de seis comunidades que estão sendo atendidas com essa campanha. A meta ali é atender pelo menos 500 a 600 famílias nessas duas semanas de trabalho.”
Com o título definitivo da terra, agricultores, pescadores artesanais e produtores rurais passam a ter acesso a crédito, financiamento e mais condições para investir e ampliar a produção
Com o título definitivo da terra, agricultores, pescadores artesanais e produtores rurais passam a ter acesso a crédito, financiamento e mais condições para investir e ampliar a produção

A proposta do Governo do Amapá é ampliar esse atendimento e fortalecer cadeias produtivas ligadas à agricultura familiar, à pesca artesanal e ao extrativismo, garantindo mais dignidade, permanência no campo e desenvolvimento sustentável para as famílias atendidas.


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