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Público vibra com concurso de samba-enredo amapaense para a disputa da Mangueira no Rio de Janeiro

  • perolapedrosa7
  • 24 de ago.
  • 2 min de leitura

Edy Wilson/

OPINIÃO
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O público amapaense vibrou no sábado, 23, durante a etapa Amapá da Estação Primeira de Mangueira, realizada no Trapiche Santa Inês. Na ocasião, seis sambas-enredo concorreram, e dois foram escolhidos para a grande final da escola, que acontece em setembro, no Rio de Janeiro.


A carnavalesca e marabaxeira Maria Elísia Carmo Silva ressaltou com emoção a valorização da Amazônia Negra e dos compositores locais.


"A Amazônia Negra, onde vivemos, será representada em toda a sua riqueza. O Amapá é um território negro, e isso é extremamente importante. Nossos compositores são talentosíssimos e não deixam nada a desejar aos do Rio de Janeiro ou de outros estados. Todos os sambas-enredo estão lindíssimos e merecem destaque. Torci por um deles, mas espero que o vencedor represente bem o nosso estado. Levar o nome de um mestre, um guardião da floresta como o Mestre Sacaca, é mostrar que o Amapá está muito bem representado na Sapucaí.”
O evento reforçou o orgulho da população pelo talento local e evidenciou a importância de mostrar a riqueza cultural do Amapá
O evento reforçou o orgulho da população pelo talento local e evidenciou a importância de mostrar a riqueza cultural do Amapá

Já Luiz Guilherme Mello, o Luluca, não conteve a emoção de ver o Amapá na disputa.


"A expectativa foi enorme, melhor do que poderíamos imaginar, porque algo assim nunca tinha acontecido no Amapá. Ter o nome do Mestre Sacaca, que tem uma história brilhante na cultura, no carnaval e até na medicina popular, sendo levado pela Mangueira, uma grande escola, foi também levar o nome do Amapá, da minha família e da nossa história. O mais importante é a valorização do Amapá e de seus artistas. Essa iniciativa mostrou que temos excelentes compositores, músicos e carnavalescos que merecem reconhecimento.”
Todo mundo entrou no samba, até o Zé Gotinha
Todo mundo entrou no samba, até o Zé Gotinha

O evento reforçou o orgulho da população pelo talento local e evidenciou a importância de mostrar a riqueza cultural do Amapá para o Brasil e o mundo.

 
 
 

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