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Programa Escola da Terra qualifica docentes e valoriza educação do campo no Amapá

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Jolinda Martel


ESCOLA DA TERRA
A ação reforça a valorização da educação do campo ao investir em práticas pedagógicas conectadas à realidade cultural, social e territorial desses povos.
A ação reforça a valorização da educação do campo ao investir em práticas pedagógicas conectadas à realidade cultural, social e territorial desses povos.

O Governo do Amapá realizou, na Escola Tiradentes, o primeiro ciclo de formação do Programa Escola da Terra, iniciativa voltada à qualificação de educadores que atuam em escolas do campo e comunidades quilombolas.


A formação é direcionada, principalmente dos anos iniciais do ensino fundamental, com atenção especial aos profissionais que atuam em turmas multisseriadas, realidade comum em áreas rurais, onde um mesmo educador atende estudantes de diferentes séries na mesma sala de aula.


A gerente do Núcleo de Educação do Campo, Eliana Barbosa Lourenço, destaca que o Programa Escola da Terra faz parte da política nacional de educação do campo e oferece formação continuada a professores de escolas fora das áreas urbanas.


“O Programa Escola da Terra é uma ação que está dentro da política nacional de educação do campo. É uma ação de formação continuada para atender escolas do campo, das águas e das florestas e quilombolas, escolas que não estão em territórios urbanos. Por conta dessa questão de deslocamento, o número de escolas é um pouco grande e a questão da localização dessas escolas fica mais acessível e a formação também prioritariamente visa ser desenvolvida e atender o professor a professora lá no território”.
Gerente do Núcleo de Educação do Campo, Eliana Barbosa Lourenço.
Gerente do Núcleo de Educação do Campo, Eliana Barbosa Lourenço.

A proposta busca oferecer suporte metodológico e pedagógico para qualificar o processo de ensino e aprendizagem nesses contextos, ampliando as possibilidades de atuação docente em territórios historicamente mais vulneráveis.


Já a professora da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Débora Mendes, que atua na área da educação do campo, explica quais metodologias e conteúdos diferenciados são trabalhados com os educadores durante a formação.


“As nossas metodologias, a gente pensa em cada atividade específica para a realidade das escolas do campo, das águas e das florestas. A gente vai buscando os fundamentos, os conceitos principais. a gente contextualiza o que é a educação do campo, das águas, das florestas. A gente vai buscando os fundamentos, os conceitos principais”.

Professora da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Débora Mendes, atua na área da educação do campo.
Professora da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Débora Mendes, atua na área da educação do campo.

A ação reforça a valorização da educação do campo ao investir em práticas pedagógicas conectadas à realidade cultural, social e territorial desses povos.


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