Operação Mulher Segura resulta em mais de 40 prisões e 190 medidas protetivas no Amapá
- 6 de mar.
- 2 min de leitura
Jamile Moreira

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) divulgou, nesta sexta-feira (6), o balanço final da segunda fase da Operação Mulher Segura, realizada de forma integrada pelas forças de segurança no Amapá. A ação teve como foco a prevenção, o enfrentamento e a repressão à violência de gênero, além de reforçar a fiscalização do cumprimento de medidas protetivas em favor das vítimas.
Coordenada pelo Governo do Estado em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a operação mobilizou diferentes órgãos de segurança pública em uma grande ofensiva voltada à proteção da vida e ao enfrentamento da violência contra a mulher. As ações ocorreram nos municípios de Macapá, Santana, Laranjal do Jari e Vitória do Jari.

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações, apreensões, prisões e o acompanhamento de casos envolvendo agressores que possuem restrições judiciais. Os dados finais da operação foram apresentados pela delegada da Polícia Civil, Joseane Carvalho, que avaliou a ação como positiva.
“O balanço é muito positivo, os eixos de atuação foram a atuação preventiva, com orientações, panfletagens, palestras, orientações em escolas, tanto nos municípios de Laranjal do Jari como também Santana e Macapá. Nós tivemos instaurados mais de 150 inquéritos policiais desses 46 autos de prisões flagrantes. Além de mais de 18 cumprimentos de mandado de prisão. Dentre outras ações, pedidos de medida protetiva, foram mais de 190”, detalhou.
De acordo com a delegada, além do caráter repressivo, um dos focos principais da ação foi aproximar as mulheres dos mecanismos disponíveis para garantir a segurança e o fim do ciclo da violência de gênero.
“Então foi todo um foco de aproximação dessa mulher para que ela se sinta segura, para que ela procure os canais oficiais, para que ela denuncie a violência e rompa com esse ciclo de violência que é tão complexo da violência doméstica contra a mulher, de não aceitarmos, porque são políticas como essa e é uma determinação do governo e do Estado da atuação integrada da segurança pública, exatamente para que a gente tenha menores índices de criminalidade, que é uma esfera de atuação muito importante, para que realmente a mulher possa se sentir segura”, reforçou Joseane.

A Operação Mulher Segura integra um conjunto de estratégias voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres no estado. Além de ampliar a presença das forças de segurança nas ruas, a iniciativa também contribui para a produção de dados estratégicos que ajudam a orientar novas ações de enfrentamento à violência.
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