Oiapoque anuncia sessão solene para debater violência doméstica e feminicídio
- há 20 horas
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Edy Wilson

Com o objetivo de debater a violência doméstica e o feminicídio, Oiapoque realiza, no dia 16 de abril, uma Sessão Solene em Defesa das Mulheres da Fronteira. A proposta busca discutir soluções, o cumprimento de leis já existentes e a elaboração de políticas públicas efetivas. O evento acontece no Museu Kuahí, com início às 18 horas.
À frente da mobilização, a advogada Helena Monteiro, atual conselheira seccional da OAB/AP e representante da Subseção de Oiapoque, afirma que a iniciativa é resultado de escutas realizadas na área urbana e em comunidades isoladas do município, que apontam o crescimento da violência e a necessidade de respostas mais firmes do poder público. A sessão solene é realizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Oiapoque, em parceria com o Instituto de Assistência à Mulher na Fronteira (Iamo).
“Estaremos realizando uma sessão solene em defesa das mulheres da fronteira, no dia 16 de abril, em alusão ao Dia Nacional da Mulher. O propósito dessa sessão é apresentar as propostas construídas a partir de escutas realizadas pelo Iamo, o Instituto de Assistência à Mulher na Fronteira de Oiapoque. Essas propostas foram coletadas por meio de reuniões e visitas a áreas mais distantes do município, em bairros periféricos e comunidades de difícil acesso, onde foi possível levantar as principais demandas e a necessidade de apresentá-las às autoridades, tanto do Judiciário quanto do Executivo, para que possamos obter respostas concretas voltadas à melhoria e ao fortalecimento das políticas públicas, diante da realidade enfrentada pelas mulheres da fronteira”, afirmou Helena Monteiro.

A expectativa é de que a sessão funcione como espaço de articulação entre sociedade civil e poder público, com o encaminhamento de propostas concretas para fortalecer a rede de proteção às mulheres. A mobilização busca ampliar o debate e pressionar por ações efetivas que acompanhem o crescimento do município e garantam mais segurança e dignidade às mulheres da região de fronteira.
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