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Estado reforça rede de proteção a mulheres diante da violência no Amapá

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Edy Wilson

PATRULHA MARIA DA PENHA
A atuação é integrada entre forças de segurança e órgãos de proteção
A atuação é integrada entre forças de segurança e órgãos de proteção

Com o objetivo de reforçar as ações de prevenção e combate à violência contra as mulheres no Amapá, o Governo do Estado tem ampliado a rede de atendimento. A atuação é integrada entre forças de segurança e órgãos de proteção. Entre as estratégias, a Patrulha Maria da Penha intensifica o acompanhamento das vítimas, com visitas domiciliares e a verificação do cumprimento das medidas protetivas.


A capitã da Polícia Militar, Valdenice Nogueira, coordenadora estadual da Patrulha Maria da Penha, afirmou que o trabalho busca garantir proteção e ampliar o acesso das mulheres aos serviços disponíveis.


“A Patrulha Maria da Penha atua como mais um mecanismo de proteção para mulheres que vivem essa realidade. Por meio da fiscalização das medidas protetivas, essas mulheres são acolhidas, protegidas e fortalecidas. Para aquelas que já romperam o ciclo de violência e solicitaram a medida protetiva, o acesso aos órgãos de proteção torna-se mais fácil. Por isso, é fundamental que a mulher solicite a medida protetiva; fazer a denúncia também é essencial.
Entre as estratégias, a Patrulha Maria da Penha intensifica o acompanhamento das vítimas, com visitas domiciliares e a verificação do cumprimento das medidas protetivas
Entre as estratégias, a Patrulha Maria da Penha intensifica o acompanhamento das vítimas, com visitas domiciliares e a verificação do cumprimento das medidas protetivas
Atualmente, contamos com quatro equipes que atuam de forma contínua em Macapá, Santana e Mazagão, que compõem a região metropolitana. É importante que as mulheres conheçam os canais de denúncia. Há, ainda, outros órgãos de proteção, como o Ministério Público, a Defensoria Pública, o Tribunal de Justiça e a Casa da Mulher Brasileira, que reúne esses serviços em um só espaço.”

Casos de violência doméstica podem ser denunciados pelo 190, em situações de emergência, e pelo 180, canal nacional que recebe denúncias, inclusive de forma anônima.


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