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“Esse lugar vai acabar com a via crucis das mulheres vítimas de violência”, diz Clécio Luís em visita à Casa da Mulher Brasileira

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 8 horas

Jamile Moreira


CASA DA MULHER
A Casa da Mulher Brasileira centraliza o atendimento especializado, oferecendo suporte completo a vítimas de violência em um único local
A Casa da Mulher Brasileira centraliza o atendimento especializado, oferecendo suporte completo a vítimas de violência em um único local

O governador do Amapá, Clécio Luís, apresentou no sábado, 7, à imprensa as instalações da Casa da Mulher Brasileira (CMB), na Zona Norte de Macapá. A visita técnica antecedeu a entrega oficial do espaço, que ocorreu neste domingo, 8 de março, data em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher.


Na ocasião, o governador destacou que o principal objetivo da nova estrutura é unificar os atendimentos da rede de proteção às mulheres, garantindo mais rapidez, acolhimento e dignidade às vítimas de violência.


“Uma forma de unificar todo o atendimento e de acabar com uma verdadeira via crucis que as mulheres precisavam fazer para denunciar quando eram vítimas de algum tipo de violência. vai num órgão, vai em outro, em outro, em outro isso até desestimulava a ida dessas mulheres para ir atrás do seu direito de viver em segurança”, afirmou o governador.

Clécio explicou que a proposta da Casa da Mulher Brasileira é reunir, em um único espaço, todos os serviços necessários para acolher e atender mulheres em situação de violência.


“Aqui no único espaço, todos os atendimentos, Ministério Público, Defensoria Pública, Judiciário, Delegacia da Mulher, Iapen, Polícia Científica, Assistência Social, a Delegacia da Mulher, capacitação para aquelas que precisam se capacitar para ganhar um nível melhor de empregabilidade. Tudo aqui, tudo numa única casa”, reforçou.

Com 1.500 m² de área construída, a unidade foi erguida pelo Governo do Estado com investimento de R$ 5,5 milhões, recursos articulados pelos mandatos do senador Davi Alcolumbre e da então deputada federal Aline Gurgel. A gestão será estadual, e o funcionamento está previsto para ocorrer 24 horas por dia, com capacidade estimada de até 18 mil atendimentos por ano.


Além da Delegacia Especializada de Crimes Contra a Mulher (DCCM), o espaço contará com atendimento psicossocial, alojamento de passagem para mulheres em situação de risco e brinquedoteca para acolher os filhos durante os atendimentos, fortalecendo ainda mais as políticas públicas de proteção e enfrentamento à violência contra mulheres no Amapá.


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