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Escola de samba lança projeto com oficinas gratuitas e formação cultural no Amapá

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Brenda Soares*


MARACATU DA FAVELA
Nesta quinta-feira (16), o Maracatu da Favela lançou o projeto Missão Verde e Rosa, com programação gratuita de formação cultural, oficinas, arte e ações educativas abertas à comunidade
Nesta quinta-feira (16), o Maracatu da Favela lançou o projeto Missão Verde e Rosa, com programação gratuita de formação cultural, oficinas, arte e ações educativas abertas à comunidade

Na manhã desta quinta-feira (16), o Grêmio Recreativo Escola de Samba Maracatu da Favela lançou, em sua sede, o projeto Missão Verde e Rosa. A iniciativa oferece programação gratuita com formação cultural, oficinas de arte, circulação artística e ações educativas abertas à comunidade.


O objetivo é preparar a base social e técnica da escola para o Carnaval 2027. O projeto aposta na renovação da tradição verde e rosa por meio da educação e da valorização da cultura popular.


O projeto busca fortalecer a base social e técnica da escola para o Carnaval 2027, unindo educação e valorização da cultura popular na renovação da tradição verde e rosa
O projeto busca fortalecer a base social e técnica da escola para o Carnaval 2027, unindo educação e valorização da cultura popular na renovação da tradição verde e rosa

Sandro Macapá, presidente da Maracatu da Favela, destacou o caráter inédito da iniciativa no estado.


“É a primeira escola de samba a realizar um projeto captado pela Lei Rouanet, aqui no nosso Estado, e ele visa várias vertentes, oficinas, cursos de capacitação, shows, exposição com conta da história da nossa escola. E quando eu digo que vai além das fronteiras da favela, é porque a gente vai levar um pouco dessa história, um pouco desse conhecimento, além das nossas fronteiras. Vamos para o Oiapoque, vamos para o Jari, levando um pouco dessa cultura carnavalesca. Então, é um processo onde a gente vai também aumentar essa cultura, a cultura do carnaval, e abrir também para os outros segmentos da cultura, não só do carnaval, mas também da quadra junina”.

De acordo com João Porfirio, coordenador do projeto, a proposta também incentiva o empreendedorismo cultural.


“O que vai ser legal desse projeto é que o produto principal desse projeto não é a exposição, não é os shows. O produto principal desse projeto são as oficinas. Por quê? Você vai ter oficina de adereço, você vai ter oficina de corte e costura, você vai ter várias oficinas, entendeu? Você vai ter várias oficinas, são oito oficinas, dentre elas duas de empreendedorismo, ensinar a pessoa a negociar. Então o que é que vai acontecer? De dentro desta oficina, o que é que nós pretendemos? Que as pessoas se capacitem e saiam vendendo o seu serviço, saiam trabalhando”.

O projeto é realizado pelo Ministério da Cultura e pela Coringa Produções, com patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).


*Estagiária sob supervisão


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