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Compositores do Amapá celebram a música autoral

  • 14 de jan.
  • 2 min de leitura

Edy Wilson


MUSICA

Verônica dos Tambores é uma das principais referências da música popular amapaense e representando uma nova geração que aposta na música autoral está o cantor e compositor Jhimmy Feiches
Verônica dos Tambores é uma das principais referências da música popular amapaense e representando uma nova geração que aposta na música autoral está o cantor e compositor Jhimmy Feiches

O Dia Mundial do Compositor, celebrado na quinta-feira, 15, evidencia artistas que transformam vivências e tradições em música autoral. No Amapá, a data reafirma a força de criadores que preservam a memória musical do estado e impulsionam novas gerações.


Natural de Mazagão, Maria Verônica da Silva, conhecida como Verônica dos Tambores, é uma das principais referências da música popular amapaense. Com mais de cinco décadas de trajetória, construiu uma obra ligada ao Marabaixo, ao Batuque e a outras manifestações afro-amapaenses.


“Como cantora e compositora, agradeço primeiramente a Deus. Venho de uma família simples, mas com a música presente na veia, na alma e no espírito, herdada do meu pai e da minha mãe. Tenho plena convicção de que já nasci com o dom de cantar, de compor e de pensar a música. Minha inspiração também nasceu dentro da igreja. Sou cantora porque Deus me abençoou e porque a igreja sempre me deu respaldo. Busco inspiração nas nossas músicas tradicionais, principalmente no batuque, na roda de samba e no marabaixo. Qualquer cantor ou compositor se reconhece nessas expressões, porque isso é o nosso sangue e faz parte da nossa história”, afirma Verônica dos Tambores.

Representando uma geração que aposta na música autoral como ferramenta de narrativa, identidade e diálogo social, o cantor e compositor Jhimmy Feiches constrói sua obra a partir da escuta, da memória e das experiências pessoais, conectando música, educação e cotidiano amazônico.


“Sempre penso a composição como uma possibilidade de contar histórias. Sou filho de professora e de compositor e, desde cedo, tive acesso a muitas narrativas, tanto nos livros quanto nas músicas que ouvi na infância. Independentemente da profissão que escolhesse, eu sabia que seguiria pelo caminho de contar histórias. Acabei me tornando, coincidentemente, professor e compositor. Gosto da possibilidade de absorver experiências e traduzi-las em música. Para mim, não havia como fugir disso. Felizmente, as histórias que conto hoje são expressas por meio das canções que componho”, destaca Jhimmy Feiches.

O Dia Mundial do Compositor chama atenção para o trabalho de artistas que criam canções capazes de atravessar gerações e preservar a identidade cultural brasileira. No Amapá, a data reforça a vitalidade da música autoral e a força de seus compositores.


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