Coletivo Mulherio das Letras lança antologias e valoriza escrita feminina no Amapá
- há 19 horas
- 2 min de leitura
Brenda Soares*

Para garantir que a literatura amapaense ganhe cada vez mais destaque no cenário regional, o coletivo Mulherio das Letras realiza nesta sexta-feira (27), a cerimônia de lançamento das antologias “Contos de Natal das Terras Tucuju”, “Poemas de Natal das Terras Tucuju” e “Equinócio das Matintas”. Com início às 17h, a cerimônia de lançamento será realizada na Biblioteca Pública Elcy Lacerda.
Com o tema “Entre Matintas e Equinócios: Festa Literária das Mulheres das Terras Tucuju”, o evento celebra a força da escrita feminina no Amapá e tem como objetivo valorizar as múltiplas expressões artísticas produzidas por mulheres.
Garantir o acesso à literatura, seja por meio da leitura ou da escrita, é uma forma de valorizar a cultura e o trabalho das mulheres amapaenses, conforme destacou Dorinha Prego, escritora e integrante do movimento.
”A literatura, que é o que nós fazemos nesse movimento, ela é uma ferramenta de transmissão do que nós sentimos. Nós passamos, através da literatura, mensagens da valorização da nossa cultura, da valorização da mulher, da valorização do ser humano enquanto ser, enquanto pessoas humanizadas”.
Para Ana Cristina, participante do movimento e escritora de obras que compõem a antologia, além de dar visibilidade às escritoras, o projeto busca motivar e proporcionar o acesso à leitura.
“É um projeto que faz com que todas essas mulheres possam ter visibilidade e possam mostrar, dentro das suas antologias, o seu fazer literário. Então, um dos objetivos, na verdade, é mostrar que a literatura, ela pode alcançar, em qualquer lugar do estado, do Brasil e do mundo, as nossas verdades, os nossos problemas e as nossas raízes. Então, é através dessas antologias que nós estamos passando para que as pessoas tenham um melhor entendimento. E fazer com que as pessoas tenham também uma visão melhor da leitura, porque esse é um dos pontos positivos que nós queremos, é motivar as pessoas a terem mais acesso à leitura, né? Usar um pouco mais o livro, sentir o cheiro do livro, palpar o que é palpável realmente”.
Para a composição das obras, foram selecionados mais de 50 poemas de autoras que integraram a programação realizada pelo coletivo, no Parque do Solstício, no município de Calçoene.
*Estagiária sob supervisão
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