Centro AMA LBTI inicia plantão psicológico para ampliar acesso à saúde mental
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Jamile Moreira

O Centro de Referência em Acolhimento às Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Trans, Travestis e Intersexo iniciou nesta sexta-feira (13) um novo serviço voltado ao cuidado emocional da comunidade LBTI. O projeto de Plantão Psicológico que busca ampliar o acesso à saúde mental e reduzir a fila de espera por atendimento, oferecendo escuta qualificada e acolhimento imediato para quem precisa de apoio.
A iniciativa funciona no Centro AMA LBTI e oferece terapia breve, uma modalidade de atendimento psicológico voltada para questões pontuais que exigem orientação, escuta e encaminhamento profissional.
De acordo com a psicóloga do Centro, Daniela Azevedo, a proposta é permitir que pessoas que enfrentam situações urgentes ou momentâneas possam receber suporte sem precisar aguardar por longos períodos.
“A gente instituiu esse serviço em resposta à alta procura pelo atendimento psicológico. Então, para dar esse suporte, o acolhimento e zerar filas, a gente está realizando o plantão psicológico, que será executado pela estagiárias do 9º semestre do curso de psicologia da faculdade Imes, que passaram por uma capacitação prévia com as técnicas do Centro com o objetivo de dar esse direcionamento de como acolher considerando também que a demanda do público que a gente atende tem especificidades e necessidades de uma escuta sensível e ética. Então, o público LBTI, ele recebe hoje esse novo serviço que é para potencializar esse cuidado com a saúde mental, ampliando o acesso aos cuidados, às orientações e ao acolhimento”, explicou a psicóloga.

O serviço será oferecido todas as sextas-feiras até o mês de junho, funcionando por livre demanda, ou seja, sem necessidade de marcar consulta previamente. A medida facilita o acesso ao atendimento psicológico, especialmente para quem busca ajuda de forma imediata, como explicou a assistente social, Carleni Pessoa.
“O plantão psicológico é de livre demanda e também agendado com a nossa fila de espera, que a gente já tinha uma fila de espera, que justamente esse projeto veio para que venha esvaziar essa fila e também vim outras pessoas espontâneas. E aí traz seu RG, CPF, SUS, número do NIS, se tiver, até porque a gente também faz essa inclusão dessas pessoas que estão necessitando de algo”, detalhou Carleni.
Mais do que oferecer atendimento clínico, o Plantão Psicológico representa a garantia de direitos e cuidado integral contribuindo para que mulheres lésbicas, bissexuais, pessoas trans, travestis e intersexo encontrem suporte para enfrentar desafios cotidianos e fortalecer sua trajetória pessoal.
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