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Carnaval 2026: Solidariedade abre a segunda noite com enredo sobre os tambores afro-brasileiros

  • 14 de fev.
  • 1 min de leitura

Jamile Moreira


A escola leva à avenida aproximadamente 600 brincantes para defender o enredo “O Tambor que Liberta – A História dos Tambores Proibidos” (Foto: Beatriz Souza)
A escola leva à avenida aproximadamente 600 brincantes para defender o enredo “O Tambor que Liberta – A História dos Tambores Proibidos” (Foto: Beatriz Souza)

Fundada em 1983, a Associação Recreativa Império de Samba Solidariedade abre os desfiles no segundo dia de carnaval na Ivaldo Veras. A Soli, como é conhecida entre seus brincantes, nasceu no bairro Jesus de Nazaré e possui cinco títulos de campeã do carnaval do grupo de acesso, sendo o último conquistado em 2015, quando homenageou a trajetória do desembargador Gilberto Pinheiro.


Para 2026, a escola leva à avenida aproximadamente 600 brincantes para defender o enredo “O Tambor que Liberta – A História dos Tambores Proibidos”, que representa o canto dos tambores afro-brasileiros — instrumentos que, por séculos, foram perseguidos por simbolizarem identidade, fé e liberdade.


O desfile revela o Silêncio e o Eco dos Tambores: senhores da colonização tentaram sufocar o toque, mas a resistência fez florescer a vida. O Marabaixo, com suas caixas vibrantes, foi chamado de “dança profana” e acusado de libertinagem e miséria. Contudo, venceu o preconceito e hoje se ergue como patrimônio cultural, orgulho do povo amapaense.


A Associação Recreativa Império de Samba Solidariedade desfila com 13 alas, um carro alegórico, três tripés, 40 baianas, 120 ritmistas na bateria, além da comissão de frente.


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