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Avião histórico da aviação amapaense passa a integrar acervo do Parque Residência

  • há 5 horas
  • 3 min de leitura

Janete Carvalho

AVIÃO PARQUE RESIDENCIA
O avião Bandeirante foi transportado pela Avenida FAB até o Parque Residência, alunos das escolas aproveitaram para conhecer o bimotor Embraer EMB-110 ( Foto Aog Rocha)
O avião Bandeirante foi transportado pela Avenida FAB até o Parque Residência, alunos das escolas aproveitaram para conhecer o bimotor Embraer EMB-110 ( Foto Aog Rocha)

Uma operação inédita chamou a atenção de quem saiu cedo de casa nesta quinta-feira, 21, em Macapá. Um avião Bandeirante foi transportado pela Avenida FAB, uma das mais movimentadas da capital, para integrar o acervo permanente do novo Parque Residência.


A aeronave, um bimotor Embraer EMB-110, foi levada pelo Governo do Amapá para o espaço, que está sendo estruturado como novo ponto turístico e cultural da capital, voltado à visitação e à valorização da história do estado.


O governador Clécio Luís destacou a complexidade da operação, iniciada ainda na madrugada, e o cumprimento das exigências legais para a retirada da aeronave do hangar.


"Estamos há meses tratando com o aeroporto, a autorização da ANAC, e foi muito difícil conseguir tirar esse avião de dentro do hangar, porque tem uma série de regras. É a primeira vez que esse avião bandeirante da década de 70 sai do hangar do governo sem que seja voando. Esse avião é um avião bandeirantes da década de 70, do governo do estado, que está em desuso há algum tempo, e ele vai para a residência oficial dos governadores. Quando eu assumi o governo, eu tomei a decisão de não usar a residência como a minha, e usar para transformar num espaço de visitação, de turismo e de economia criativa”.
A operação de transporte foi iniciada ainda na madrugada, atendendo as exigências legais para a retirada da aeronave do hangar
A operação de transporte foi iniciada ainda na madrugada, atendendo as exigências legais para a retirada da aeronave do hangar

Clécio também confirmou que o Parque Residência será aberto ao público na próxima sexta-feira, 29. Além da aeronave, o espaço contará com um vagão de trem da Icomi, que fará parte do ambiente dedicado à memória e ao turismo cultural.


"Na próxima sexta-feira dia 29, a gente abre para visitação, além da residência, que vai contar a história através das paredes, dos cômodos, através dos objetos, dos governadores que já passaram, nós também vamos levar esse avião e ele vai servir como visitação. Depois que todo mundo conseguir ver como ele está, a gente vai fazer uma restauração interna e colocar um simulador para que as crianças possam simular um voo dentro dele, vai chegar lá também um vagão de trem da Icomi, então vai ser um espaço para contar a nossa história, para falar da nossa memória afetiva que nós temos pelo nosso chão que é o Amapá".
Parque Residência será aberto ao público na próxima sexta-feira, 29, além da aeronave, o espaço contará com um vagão de trem da Icomi, que fará parte do ambiente dedicado à memória e ao turismo cultural
Parque Residência será aberto ao público na próxima sexta-feira, 29, além da aeronave, o espaço contará com um vagão de trem da Icomi, que fará parte do ambiente dedicado à memória e ao turismo cultural

Para o piloto Carlão Lima, um dos primeiros a comandar a aeronave, a preservação do avião representa a valorização da memória da aviação no estado.


"Eu gostaria como aviador que ele continuasse voando, mas ele vai para o museu, vai retratar a história do território do estado e que vai servir para jovens e para a história do Amapá. Esse avião serviu como gabinete do governador Barcelos e tem muita história para contar".
Piloto Carlão Lima
Piloto Carlão Lima

A operação foi coordenada pela Secretaria de Estado de Transportes (Setrap), com apoio do Detran, Seinf e Setur, entre outros órgãos, para garantir segurança e organização durante o deslocamento da aeronave, que exigiu planejamento e estudo técnico.


Segundo o piloto Carlão Lima, o avião Bandeirante foi fabricado pela Embraer em 1975, chegou ao Amapá em 1979 e permaneceu em operação até 1998, ainda no período do ex-território, durante a gestão do governador Aníbal Barcelos. O modelo ficará exposto permanentemente no Parque Residência como símbolo da memória e da história da aviação amapaense.


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