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Amapá está entre estados que passam a oferecer insulina de ação prolongada pelo SUS

  • 9 de fev.
  • 1 min de leitura

Janete Carvalho


INSULINA
A insulina glargina age por até 24 horas, permitindo controle mais estável da glicose com apenas uma aplicação diária
A insulina glargina age por até 24 horas, permitindo controle mais estável da glicose com apenas uma aplicação diária

O Ministério da Saúde iniciou a substituição gradual da insulina humana NPH pela insulina análoga de ação prolongada, a glargina, na rede pública de saúde. A medida integra um projeto-piloto que será implantado no Amapá, Paraná, Paraíba e no Distrito Federal, com foco em crianças e adolescentes de até 17 anos com diabetes tipo 1 e em idosos com 80 anos ou mais diagnosticados com diabetes tipo 1 ou 2. Nesta primeira etapa, a expectativa é beneficiar mais de 50 mil pacientes.


A insulina glargina tem ação prolongada de até 24 horas, o que contribui para um controle mais estável dos níveis de glicose e exige apenas uma aplicação diária. Segundo o ministério, a substituição será feita de forma gradual, conforme avaliação individual de cada paciente, garantindo segurança no processo de adaptação ao novo medicamento.


A incorporação da glargina ao SUS ocorre por meio de parceria entre Bio-Manguinhos/Fiocruz, a empresa brasileira Biomm e a chinesa Gan & Lee, com transferência de tecnologia para o Brasil. Em 2025, foram entregues mais de 6 milhões de unidades, com investimento de R$ 131 milhões, e a previsão é alcançar, até o fim de 2026, capacidade de produção de até 36 milhões de tubetes.


Na rede privada, o tratamento pode custar cerca de R$ 250 para dois meses.


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